quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Destino... Ou não... Quem sabe?
Portanto se eu não aceitar que o meu telemóvel tem bateria fraca ele amua ou assim? E a única maneira de ele ficar contente será carregá-lo? (É interessante ele ficar contente com isto, porque é UM telemóvel, não UMA telemóvel - apesar de alguma tiáááááááááá provavelmente já ter dado a gafe - para ser carregado tipicamente enfia-se uma coisa na parte de baixo...). Isto poderá dar origem a telemóveis emo (será por terem sido contrariados quando dizem que têm bateria fraca ou por andarmos a enfiar coisas nos seus traseiros?). E vocês não querem telemóveis que andam a cair de propósito para estragarem os circuitos porque o "mundo é muito cruel", ou "nunca consigo rede".
O que quer dizer não tenho oura escolha se não aceitar ou calar e consentir (porque ao fim de uns momentos o ecrã desaparce). Será isto o destino a que não podemos escapar? As baterias estão eternamente condenadas a ficar sem energia? (Tinha ideia que isto estava provado por leis da física, mas é deveras mais interessante pensar que é o destino, para aqueles que não acreditam em física (provavelmente nunca levaram com uma maça na cabeça - deviam era levar com uma bigorna)). Eventualmente todas as bananas deixarão de montar bois almiscarados? (Isto deve aparecer algures nas previsões de Nostradamus - vá lá, o homem "previu" que alguém iria ser enrabado por um cavalo! Não acreditam? Esmiucem meus amigos, esmiucem...).
Mas será que conseguimos reverter este tipo de coisas para conseguirmos mudar o nosso destino e finalmente tornarmo-nos guerreiros do espaço? A partir de agora, sempre que virmos algo do género "isto aconteceu, diz que sim para seguirmos a nossa vida" ou "You fucked up, now accept the consequences!", só temos que dizer que não, mesmo que isso implique um ou dois monitores atirados ao chão, e umas quantas quedas "acidentais" do nosso telemóvel do telhado do nosso prédio. Quer dizer, querem ter aquela cena amarela bué fixe do Songoku ou não? Há que fazer sacrifícios...
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Os mus, as mus e o mu amarelo em: em busca do estradiol perdido
Era uma vez dois Mus e duas Mus que estavam pastando. Até que lhes aparece um mu amarelo. O mu amarelo estava com uma cara triste. Os outros mus perguntaram-lhe:
- Porque estás tão triste? É porque és amarelo? Estás grávido? Dói-te o fígado? Estás disfarçado de gema de ovo?
- Não! Antes isso! Perdi o meu estradiol! - diz-lhes num tom desconsolado.
- Perdeste o teu quê? Já não bebes mais leite fermentado hoje!
- Estradiol!
- Espanhol? O que é que tu tens de espanhol? Laranjas? Sardinhas? Caramelos?
- Estradiol! É uma espécie de pasto especial que nos deixa muita leves...
- Pasto light?
- Não! Faz-nos ver cores e ouvir sons que não estão lá... E até ouvir cores e ver sons...
- Ahhhhh! Erva...
- Sim mas 30x mais forte...
- Podias ter dito logo... E aonde é que isso se arranja?
- Epá sei que o dealer estava no pasto de Atrás do Sol posto. Mas a moca era tão grande que não me lembro do caminho.
- Então vamos para aqulele lado e vamos perguntando a quem encontrarmos no caminho...
E assim os dois mus, as duas mus e o mu amarelo seguiram para lado nenhum à procura do dealer daquela erva maluca.
Passado algum tempo encontram uma galinha que se encontrava a comer uma generosa dose de chocolate. Vendo isto, o grupo de mus pergunta à galinha:
- Então que fazes? Não sabia que as galinhas comiam chocolate.
- É um complemento especial. Vou fazer muito exercício hoje e dá-me energia.
- E porque é que estás aqui entre nenhures e sítio algum?
- Tou à espera do coelho.
- Ahhh, ok. Já sei que sabes onde fica atrás do sol posto (estás-lhe a dar forte mana!!!). Podes dizer-nos o caminho?
-Sigam pós lados de ali.
Pensando que esta galinha estaria a experimentar os produtos do dealer, o nosso grupo segue caminho. Mais à frente encontam um coelho bastante desorientado. Este, quando vê o nosso grupo dirige-se aos mus.
- Por acaso não viram por aí uma galinha a comer chocolate, não?
- Por acaso até vimos, para aquele lado. Porquê?
- Vamos fazer os ovos da Páscoa. E vocês que procuram?
- Procuramos atrás do sol posto. Sabes onde é?
- Sigam por este caminho.
- Obrigado (enquanto contêm vómito projéctil).
- Seguindo o seu caminho, aproximam-se de um bosque com uma placa à entrada que diz "Cuidado. Árvores". Seguindo pelo bosque observam um horda de ninjas (porque só os mus em busca de erva é que são capazes de encontrar ninjas). Os ninjas bastante surpreendidos por terem sido encontrados tentam entrar em conversação com os mus.
- Então como nos encontraram?
- Sabem como é, nós somos ruminantes. E vocês claramente cheiram a hortelã (porque os ninjas cheiram a hortelã, todos os ninjas sabem isso).
- Nós estamos à espera dos ovos, para fazer uma omolete de camelo.
- E como é que sabem que vão passar aqui ovos?
- Hoje é o dia de eles irem ao cabelereiro, todos os ninjas sabem isso.
E é no meio desta alegre conversa que se começa a ouvir alguma agitação no bosque. Os ninjas escondem-se e aparece um grupo de ovos.
Os mus, surpreendidos por verem um grupo de ovos a deslocar-se na sua direcção (e não estão ganzados) estacam para meter conversa com os ovos. Mas não têm oportunidade porque os ninjas atacam. Contudo. os ovos vinham preparados com sabres laser, e inicia-se uma batalha épica sobre a supremacia do chouriço. Os mus entreteram-se a ver esta batalha enquanto se deliciavam com milho aquecido coberto de regurgitado de abelha. No fim, descobriram o caminho através do último suspiro do único sobrevivente (um ninja, claro).
Seguindo o seu caminho, deparam-se com um boi almiscarado a puxar um carrinho onde se encontrava repousado um balde cheio de água com um atum lá dentro. A única coisa que o boi diz é "isto são só negócios". Por isso tiveram de perguntar por direcções ao atum. O atum disse que não era de cá, que estava à procura de neve para se tornar o primeiro atum na neve, podia ser que assim ele tivesse oportunidade no "Tuna's got talent", mas que procurassem o barbudo de túnica branca que tava paquele lado.
Seguindo ao caminho indicado, depois de umas quantas paragens para cagar, eventualmente encontraram o tal barbudo. Este estava a resmungar.
- Porque resmungas meu velho barbudo que te puseste através de uma pomba dentro de uma gaja (kiiiiinkyyyyy), que disseste imensas cenas sobre paz e tal e carregaste uma cruz onde morreste para nos salvar do pecado com que nos criaste?
- Fiquei sem bateria no portátil e não encontro uma ficha para o pôr a carregar. Só há erva nesta maldita pastagem!!! Estava a ver gajas na net e esta m**da vai-se abaixo!!!
- Mas tu és um ser superior omnipotente omnipresente omnisciente que reside noutro plano de existência para onde levas as almas dos putos fixes, tens onze dimensões ou mais e criaste o people todo. Porque é que não fazes um milagre?
- Pois é. Duh!!!
- Olha, já que estás em todo o lado não nos podes levar até ao dealer de estradiol?
- Claro.
O barbudo estalou os dedos e os mus aparaceram perto do dealer.
Eles chegam-se ao pé do dealer, e quando estão prestes a fazer a compra, são todos mortos por um ninja, que queria o estradiol para dar à sua muuuuuuuuuuuuuuito avó de 76521 anos (como é que acham que ela sobreviveu tanto tempo?).
Moral da história: todas as saladas ficam bem com cebola.
Agora menos a sério.
Moral da história: se fores atrás de um dealer e encontrares deus, não lhe peças direcções, pede-lhe logo as drogas. E cuidado com Bob e os seus testículos azuis.
FIM
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Com que então maus resultados, né?
Isto parece extremamente mal...
Então dizem este tipo de coisas desta maneira...
Uma pessoa fica a pensar...
Nas noites em que dormem todos juntos antes dos jogos deve ser uma ganda ramboiada...
A mulher do Sá Pinto deve ter ficado piúrsa quando viu esta notícia. “Então ele vai para fora em 'trabalho', deixa-me sozinha, e na verdade ele está numa gigantesca orgia masculina! É uma vergonha! E não me leva para estar no meio deles...!”.
Agora menos a sério, dorme com os jogadores? Deve ser algum meio de descobrir informação que os jogadores normalmente não revelam. Como quem é a mais maluca e tal... E quem é que faz de Branca de Neve naquelas orgias loucas... Deve ser por isto que o Sporting está se a dar mal no campeonato. Fazem regabófe até às tantas, depois chegam ao jogo ainda cansados do dia anterior (e alguns até com um andar novo – depois não correm não é? É no que dá serem umas rebarbadas gulosas...), em campo têm que estar todos vestidos como mandam as regras – nada de lantejoulas, nada de coisas cor-de-rosa ou saias, e depois eles não estão habituados a correr de chuteiras! Não há nada como um bom salto alto para rematar e dar umas caneladas...
E o que é que vocês pensam que estas malucas fazem nos treinos à porta fechada? Uma pouca vergonha, até deixam o relvado num estado deplorável, depois nos jogos queixam-se que há bocados de relva a soltarem-se. A relva é que se quer ir embora com a utilização que ela leva... E depois quando perguntam por que é que a relva está em mau estado? Pois é, o estádio é sombrio e tal, a cupa é do estádio...
Então e as finanças do clube? Vão de mal a pior. E sabem porquê? São caixas de embalagens de Halibut, Vaselina, preservativos (para as mais tímidas), e muitos brinquedos são caros...
Mas isto já vem de antes. Não se lembram de o Pedro Barbosa nunca se mexer muito? Depois lá raramente marcava uns golitos... A Vaselina era nova...
E o Jardel? Esses dizem que não corria muito por estar gordo. Eu digo que não. Eu digo que eram jantares românticos a mais com o plantel...
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Boleias e geometrias
Após algumas tentativas falhadas de encontrar o carro o senhor sai do carro e vai a pé para a entrada do Jumbo (o que devido às 54987457 caixas, uma farmácia, uma box (que dá para ver os 234 canais), um pilhão, um depositrão (que é onde se põem os depósitos para serem reciclados a ver se teêm mais dinheiro quando vem o fim do mês), duas avestruzes (ou aves raras) e um atum, torna-se uma indicação tão boa como dizer "vem ter comigo à entrada do deserto do Saara") pelo que nos devemos juntar a ele nesse ponto. E as coisas começam a ficar estranhas pois após percorrermos todos os 2,534 Km das 54987457 caixas não vemos o senhor.Eu pergunto se o senhor é extremamente baixinho tipo um duende ou uma coisa assim. Não, o senhor tem uma dimensão normal para um ser humano... (Venham ter à entrada da FNAC...)Mas nós estamos na entrada da FNAC e não o estamos a ver. "O teu pai não se terá tornado invisível?". E começo a dar pontapés no ar na eventualidade de ouvir um "Ai! que essa acertou na canela. AHHHHHHHH e que tal se parasses de dar pontapés que já me acertaste outra vez... ah, dirige-te para o membro que te fecunde, que me acertaste no órgão reprodutor". Não aconteceu mas as pessoas ficaram extremamante entretidas a olhar para o espectáculo que lhes proporcionei. E até recebi uma proposta para trabalhar lá a entreter gente na altura das vindimas. (Vão ter à loja da Vodafone). Mas nós estamos na entrada daVodafone e tu não estás... "Se calhar o teu pai tornou-se etéreo..." (Vão ter à loja da ZON) Mas mas... "O teu pai passou para o estado gasoso e foi sugado pela ventilação do ar condicionado", "Nós estamos nos Apanhados", "O teu pai tem poderes de camuflagem", "O teu pai é ninja","O teu pai tem um problema de repulsão magnética em relação a mim", "O teu pai é extremamente fininho e de lado não se vê", "O teu pai só se vê se acreditarmos muito que ele existe e eu estou a impedir que ele se materialize com a minha falta de fé", "O teu pai está preso num loop temporal", (Onde eu estou vejo a loja do gato preto e uma CGD). Calma lá nós estamos a ver a loja do gato preto e não há aqui nenhuma CGD. E a senhora que trabalha aqui há 2 anos diz que tal não é possível. "O teu pai está num plano material alternativo. Não, isso não chega porque a distribuição espacial seria a mesma. A não ser... Oh meu Deus!!! O teu pai está numa dimensão com geometria não-Euclideana... O que implica que... OH NÃO ELE VAI SER COMIDO POR CHTULU... Calma, pensa, tem de haver uma maneira de reverter o efeito que o levou para lá... Bolas deixei o manual de como reverter teletransportes para o plano de Chtulu no outro casaco. OK tenho de recorrer a um feitiço de teletransporte. Chatice pá, os feitiços de teletranporte nunca trazem a pessoa para o sítio certo (sim porque não tou para gastar 85€ num feitiço de marca). Bem tem de ser. Agora só tenho de dizer a palavra mágica. Alfragide". E foi nesse momento que se gerou o wormhole (as pessoas não lhe ligaram nenhuma, só ligam aos sismos hoje em dia). A parte chata foi que o senhor foi parar ao Dolce Vita Tejo. E lá tivemos de esperar mais um bocado...
O pai dela depois contou-nos que tinha ido parar ao plano de Chtulu porque tinha ido em frente na rotunda em vez de cortar à esquerda, o que é perfeitamente compreensível. Também contou que quando viu o Chtulu tinha pensado em matá-lo e abrir uma loja de arroz de polvo porque a quantidade dava para a pessoa ficar garantida para a vida toda. Mas depois viu que o Chtulu estava a jogar à sueca com ele próprio (geometria não-Euclideana) e não se mata um gajo a jogar à sueca. Antes de ser teletransportado a única coisa que ele ouviu Chtulu dizer foi "olha é mês da menage na casa de banho do El Corte Ingles". É que, parecendo que não, uma dimensão com geometria não-Euclideana não é desculpa para uma casa desarrumada...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Apostas
Um dia encontrava-me taciturnamente no comboio quando me deparo com a seguinte notícia: aparentemente a Céline Dion teve um filho, e por baixo de uma imagem da senhora dizia "novo filho é aposta a repetir".
Como assim aposta a repetir? "Bem, deixa lá ver o que é que tenho para fazer, vou pôr a máquina a lavar, vou cuscar a minha vizinha do lado enquanto faz sexo, ou vou comprar uma raspadinha? Bem, a roupa ainda é pouca, a minha vizinha hoje tem o leiteiro lá e o gajo é um bocado estranho, gosta de ter garrafas (censurado por não querer pensar nisso), por isso vou ali à loja da esquina comprar uma raspadinha.
- Bem, que coisas interessantes é que tem aí senhor Rodofrásio Gervásio das Couves Clementino Alberto Franquelim Hermenegildo Ildefonso Bertino Elmano Juvenal Silvestre?
- Tenho aqui estas raspadinhas novas. Se ganhar, tem um filho.
- Levo uma dessas, porque não?"
Ou então também pode ser uma jogada desesperada numa mesa de póquer. Ele já está quase sem fichas. Sai-lhe um dois e um sete de naipes diferentes. E ele pensa "epá, cum catano, na casa de banho do El Corte Inglês é o mês da menage!". Depois um gajo faz raise e ele é obrigado a fazer all-in. Mas como ele está a jogar com mafiosos (claro, qual é a piada de não jogar com gajos que se não pagarmos nos partem as pernas e matam-nos um filho ou dois?) é obrigado a pôr mais qualquer coisa na mesa. Então ele põe o filho em cima da mesa. Devido ao cheiro nauseabundo que o petiz emana devido a estar há várias horas sem ter a fralda mudada (o gajo já está ali há que tempos, já perdeu o rolex, a renault 5L e o set completo de tapetes islandeses com motivos badalhocos bordados por duas senhoras de 93 anos, 5 meses e não mais que 20 dias, uma cega e a outra sem uma mão devido a um acidente com aquele vibrador maluco), os mafiosos pensam que não vale a pena e largam a mão. É claro que depois o gajo vai acabar com o Pete, o amigo larilas de que os mafiosos se envergonham mas utilizam para aqules castigos mesmo maldosos - o Pete é uma doida.
Não, a sério, como é que um novo filho pode ser uma aposta a repetir? "Á e tal, experimentei durante uns dias e gostei muito". Um filho não é tipo carro que se conduz uns dias e gosta-se. O filho conduz-se uns minutos e o cabrão vai-se abaixo! Quer dizer, não há condições...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Politiquices
As imagens exibiam um senador a falar (atenção vem aí uma brutal surpresa) no Senado (háhá aposto que não estavam nada à espera disto) a propósito de um julgamento que ia acontecer em Nova Iorque. Pendiam sobre o réu acusações de terrorismo, penso eu. O dito senador fazia um discurso a roçar o apocalíptico sobre as maldades que os terroristas fariam em Nova Iorque por causa do julgamento ser público e de se saber onde iria decorrer.
A ironia foi que ao longo do processo ia dando algumas ideias interessantes aos terroristas, tais como ameaçar ou raptar familiares de pessoas envolvidas no julgamento, tais como o carcereiro, o juíz, os polícias, o escrivão, etc.. A sério, só faltou o homem acrescentar quais os pontos que não eram cobertos pelas câmaras de vigilância e quais as horas de render da guarda. Deve ser porque ele não é o senador de Nova Iorque. Ele deve pensar que os terroristas não veêm televisão. Algo como, "Ah e tal, lá nas cavernas do Afeganistão onde estes gajos estão escondidos eles não devem ter TV Cabo, porque se tivessem já tinham rebentado à bomba com o centro de apoio ao cliente". Ou então deve pensar que eles não têem pachorra para ver o canal que transmite o Senado. Isso até poderia ser verdade se fosse o nosso canal parlamento. Esse sim é secante. O deles até se assemelha a um canal de comédia.
Contudo a razão porque a intervenção deste senhor foi digna de posta não foi esta, porque senadores a largar baboseiras é, infelizmente, o pão nosso de cada dia. A parte digna de aqui figurar (e isso é quase quase quase tão honroso como receber um prémio Darwin) foi que a páginas tantas o senhor diz "peço agora a atenção da audiência para o seguinte" num tom de professora primária que ralha com os seus alunos por estarem distraídos. O que já é muito deprimente. Quando se é político não se faz nenhum, mas convém disfarçar. Não se deve estar de tal forma distraído que o nosso colega de profissão nos chame a atenção com algo do género "opá eu sei que se pode não fazer nada aqui mas vê lá que até eu acho que estás a abusar e eu também sou político". Mas o pior é que a seguir a câmara faz zoom out e apercebemo-nos que na sala SÓ ESTÁ MAIS UM SENADOR. Ou seja, o único gajo que achou que valia a pena estar lá durante o discurso fartou-se. Uau isto é ser-se oficialmente chato. Ou ter o intestino grosso ligado ao cérebro. Ou ambos.
A única parte que me consegue deixar um pouco satisfeito é que de facto existe um sítio com uma maior taxa de absentismo que a da Assembleia da República. Ok não muito, só um bocadinho. Um conselho que deixo aos senadores norte-americanos é aprenderem com os nossos deputados. Façam discursos em que dizem, e passo a citar de um discurso de um deputado português, "você é um grande palhaço, e é o filho de mil pais, todos cabr**s cornudos como você". (Acho que o que está a seguir ao palhaço pode não ter acontecido, mas encaixa bem). Se não tiverem mais gente a assistir ao menos chamam a atenção do único gajo que vos está a ouvir...
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Classificados
Agora passo a citar um exemplo destes brilhantes classficados - "Beija-me toda, loira, sexy, meiga, peluda, orgasmo mútuo.". Para o eventual leitor interessado em alugar o amor de uma destas senhoras, de certeza que a vontade acabou quando viu a parte do peluda. Quer dizer, até estava a ir bem, e depois mete peluda?! Está bem, está a ser honesta, mas peluda???!!!! Que raio??? Este tipo de senhoras que alugam o seu amor não deveriam ser tipo, sei lá, boazonas e interessantes? Peluda? A sério? Bem, também há muito gajo estranho a andar por aí...
O que me deixa algo assustado é que apesar de bizarro, este anúncio incluíndo a parte do (até tenho medo de dizer...) peluda é apenas a ponta do iceberg. Alugar o amor da fêmea do yeti não é nada comparado com alugar o amor de velhas anãs com mais experiência em cima que quilómetros no vaivém espacial que fez mais viagens. E alugar o amor de velhas anãs com mais experiência em cima que quilómetros no vaivém espacial que fez mais viagens não é nada comparando com certas coisas que envolvem vegetais, barrotes de madeira e um tapete (sim, é um acto sexual - não, não sei como se faz e se algum dia souber acho que me atiro de uma ponte ou para baixo de um comboio). E isto não é nada comparado com...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Dois simples pães
Ali estava claramente um homem numa demanda épica. Todos sabem que muitos velhos só se levantam a tempo de ver a Praça da Alegria (e programas similares), que só começa lá para as 10 da manhã. Mas mesmo que este senhor fosse daqueles que se levanta "com as galinhas" isso não implicava que saisse de casa àquela hora, pegasse na sua bicicleta, se deslocasse a uma padaria (que por definição não estava a uma distância exequível de ser feita a pé) só por estar sem mais nada para fazer ou gostar muito de pão acabadinho de sair do forno.
Não, este senhor estava decerto envolvido em algo muito mais épico. Decerto que este senhor tinha de ter os 2 primeiros pães do dia feitos num forno a lenha, alimentado por lenha de carvalho-francês, feitos com uma mistura de 60% de farinha de trigo, 30% de farinha de centeio e 10% de farinha de milho, 2,3754875 g de sal por quilo de massa e um rácio de 2,25 quilos de farinha por litro de água. Além de que seriam cobertos com sementes de sésamo colhidas por virgens de 14 anos ao sol do meio-dia num dia de S. João que calhasse a um domingo. (Sim eu sei que isto não parece uma receita de uma baguete).
Este pão especial seria utilizado pelo idoso e extremoso senhor não apenas para a mera satisfação de um desejo tão básico como a fome. Não, ele utilizaria este maná dos céus para salvar a vida da sua netinha de 5 anos que foi amaldiçoada por 35278 bruxas (o número oficial de bruxas existente em todas as histórias infantis e registadas no cadastro do sindicato) que tinham tomado conta à socapa do livro mágico da moça. O livro mágico que ela iria utilizar para trazer a esta dimensão a divindade dos unicórnios, das fadas, dos arco-íris, dos cachorrinhos e de tudo quanto é fofinho e /ou cor-de-rosa (excepto a hello kitty, todos sabem que ela é demoníaca).
E por isto ele tinha de lhe fornecer este pão antes da alvorada. E ele não deixaria que a distância, os tubos de escape, os condutores enfurecidos, as buzinadelas, a falta de luz, o frio, a chuva, a neve, o granizo, o calor de 45ºC à sombra (OK até estava bom tempo nesse dia), os obstáculos, os passeios em paralelo, os carros estacionados em 2ª e 3ª fila, as manadas de bisontes em fúria, os tigres, os atuns, o sono, a fadiga, a fome, a sede, os ninjas, as balas de canhão, a hello kitty (ela é demoníaca, lembram-se?), meia banana, os dinossauros, os canibais, os vampiros, os lobisomens, os zombies, os yetis e os meteoritos em chamas a cair do céu o impedissem. Seria mais eficaz que os correios norte-americanos num mundo pós-apocalíptico. Por causa da netinha.
Não sei como é que esta demanda acabou. Entretanto cheguei à faculdade e fui obrigado a voltar à realidade... Ou voltar a um sonho mau em que me tinha de levantar às 6 da manhã, já não sei bem...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Arqueologia
Vai haver uma expedição arqueologica à antárctida. Vocês dizem "à procura de valiosos artefactos esquimós", eu digo que não, vocês dizem "à procura de ossadas humanas", eu digo bem apostado, mas não, vocês já em desespero dizem "à procura de ossadas do yeti", e aí um arqueólogo diz-vos que são umas gandas bestas, e enquanto o arqueólogo está a ser espezinhado por um boi-almiscarado em fúria (trago sempre um no bolso, dão jeito), eu digo-vos que a expedição é em busca de um navio que levava a bordo duas garrafas de whisky vintage de 1909. E aí vocês ficam "epá, que bela pinga, não importava nada de ir nessa expedição. O whisky nem precisa de gelo, já está bem fresquinho".
Já estou a ver os gajos que decidiram fazer esta expedição a conversarem sobre o que haviam de fazer a seguir. Vamos para o Egipto onde há sol? Vamos procurar coisas na Europa, que há a coisas históricas a pontapés? Vamos para a América Central onde houve uma carrada de civilizações misteriosas? Vamos para a zona do mé dio oriente, onde existiram imensos povos? Não, vamos para o gelo, onde há PINGA DA BOA!!! Temos de passar um tempo provavelmente grande e incerto em terras geladas com pouco conforto? Vamos estar longe de tudo, incluíndo uma casa de banho quentinha? Vamos ter de ter cuidado quando mijamos porque o mijo congela? Não interessa, pinga de 1909!!! Quando a alcançarmos já podemos aquecer-nos com ela, para depois morrermos no meio do gelo porque estávamos tão bebâdos que não encontrámos o caminho de volta...
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Natalidades
Ah... estão à espera que o vídeo que carregue. Pois então que é que posso fazer para vos entreter... Bem posso dizer que o vídeo já estava disponível há um ano atrás mas continua a ser válido. Pois, ainda não carregou... Bem ir contando umas histórias para vos ir entretendo...
Aqui há umas semanas, num fim-de-semana de chuviscos, fui com a família à praia e vi, numa esplanada na base do areal, uns fulanos a andar de skate. É preciso esclarecer que a esplanada é de cimento, a superfície disponível devia rondar os 30 metros quadrados e, quando não estava encoberto, estava encoberto e a chuviscar. É mesmo o tipo de tempo em que penso: “hoje deve haver gajos a fazer skate junto à praia”. Pensem na estupidez disto mas não demaisiado porque não vos quero distrair do... ah... já carregou... óptimo então vejam lá...
OK agora que já viram pensem assim. O nosso natal seria melhor, ou pelo menos mais tranquilo, se, em vez de uma velhota, o alvo daquele biqueiro fosse a Popota. Não tenho nada contra as campanhas de solidariedade em que a colocaram (embora já tenha sugerido outras campanhas que penso que podem ser mais eficazes na angariação de fundos) mas sei que teria sido um mês de Novembro muito mais tranquilo para os pais se não houvesse já anúncios com uma hipopótamo-fêmea a lembrar os putos do Natal. Com o bónus de também não termos ouvir a toda a hora anúncios com o “cuduro progressivo” (estou a citar alguém que citou alguém que supostamente apreciava) dos Buraka Som Sistema (embora a letra do anúncio seja mais complexa que a da letra original). Já agora, se ela está a atravessar o mundo no anúncio, porque é que a música é sempre africana?
Poderão sempre argumentar que, se não fosse a Popota seria outra mascote de outro supermercado a surgir. É verdade mas ela teve 2 azares: foi o primeiro anúncio que eu vi e não gosto da música nem um bocadinho. Já agora, é curioso que a outra mascote de natal dos anúncios -a Leopoldina- é do Continente, que é do mesmo grupo do Modelo (Sonae para os mais distraídos) da Popota. E, mais cedo ou mais tarde, isto não vai acabar bem. Com a crise só vai haver dinheiro para pagar o salário de uma delas. E só haverá uma forma de resolver isto. PORRADA. Vai haver suor, sangue e tripas! Não se deixem iludir pelo facto do combate decorrer dentro da casa mágica da Barbie! O acesso a brinquedos vai ser à mesma ilimitado. E mesmo que os Action Mans não tenham extremidades pontiagudas, já não se pode dizer o mesmo das peças de lego!! Quem diz que os jogos de tabuleiro são pacíficos é porque nunca levou com os livros de regras nas trombas ou forçado a engolir as peças pequenas (e fico-me pelo engolir)! E os carros já têm ferro, o que não só implica danos quando arremessados como também implica armas para faer dói-dóis. Além de que se estão a esquecer de 2 outras fontes de armas potencialmente letais: matraquilhos e mini-pool... O quê?! Acham que estou a ser parvo?! Então averiguem porque é que o Batatoon acabou. Só tenho a dizer que tenho pena de não ter visto o directo...
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Skoda yeti
Para os que não sabem, o yeti é o abominável homem das neves.
Há transportes interessantes como o camelo e outros menos aconselháveis como o boi almiscarado, mas agora sai esta raça de yeti chamada Skoda utilizada para transporte e não sei se tem mercado.
É muita lixado para estacionar, come imensas pessoas aos 100, não podes escolher a cor, não traz extras, é sujo e tem um hálito horrível que serve de ar condicionado, e estes dois últimos factores arruínam qualquer hipótese com gajas. Já viram o que é um gajo estar em cima de um monstro com não sei quantos metros de altura, mal consegue ver a qualidade do material que está a passar, e depois não consegue iniciar uma conversa por ter de estar aos gritos do cimo de uma coisa enorme e fedorenta? É chato, deveras chato...
E ainda por cima não se pode levar para autoestradas por não ser um veículo motorizado, fora o enorme problema de não se poder levar passageiros. É díficil arranjar um veículo de substituição, mas gera interessantíssimas conversas como "despacha isso rápido que tenho o yeti em 2ª fila" ou "o que fazes amanhã? - Vou levar o yeti à inspecção" ou ainda "Estás imensamente atrasado - O yeti não pegava de manhã, tive de o empurrar, e foi-se abaixo a meio". Também não tem faróis, e os quatro piscas são o yeti a abanar luzes de natal.
Outra coisa é que se recomenda vivamente a utilização de capacete. E/ou armadura medieval (espada opcional). Também não tem airbags (a não ser que seja uma yeti... hehehe).
Tem uma enooooooorme vantagem. Quem é que se atreve a multar um yeti mal estacionado? E como é que se bloqueia tal animal? Nem o mais valente funcionário da EMEL se atreve a fazer frente a tal bicho...
E agora dizem-me "epá, os camandros que moram lá pós nortes se calhar até achavam catita uma coisa dessas pós aquecer no inverno e não se afunda muito na neve e tal".
Contudo, devo refutar a afirmação anterior, duvido de duas vírgulas e discordo da utilização de algumas palavras (pera aí, acho que me perdi...). Ah, sim. É um perigo para andar no gelo e não há oficinas para yetis à mão de semear, e toda a gente sabe que um yeti necessita de mudar de pneus, mudar de óleo de fígado de bacalhau aos 100km e é crucial uma manutenção regular.
Continuando no tópico dos nomes estúpidos para carros, podem já ter observado o anúncio ao Nissan Qashqai +2. Ora para todos os aficcionados de RPG's, uma associação possível e até provável é que se trata de um Nissan Qashqai com enhancement de 2. E agora deixo os mais geeks desenvolverem os pormenores de o que é que o +2 desempenha...
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Islândia, esse curioso país
Povo curioso este. Têem um nível de literacia de quase 101%, uma educação enorme, indicadores de qualidade de vida do melhor que se pode pedir (se exceptuarmos a parte do sol e de quase terem ido à falência) e no entanto acreditam em seres mitológicos ao ponto de não se fazerem lá estradas para não lhes destruirem as casas (e ninguém quer ver um elfo em fúria, podem depois processar-nos por destruição de propriedade privada). Imaginem se isso fosse cá. Não se fazia uma estrada porque moravam lá as moiras encantadas. Depois lá encontrávamos mais uma razão para gozar conosco mesmos. E depois ainda dizem que certos povos são atrasados porque têem xamãs e rezam aos espíritos e coisas dessas.
Tenho pena de não ter lá estado nessa altura. Pode ser que ainda lá vá. Só para tentar ter a seguinte conversa:
- Então vocês acreditam em elfos e trolls?
- Sim, mas não convém falar muito neles, para não os atraírmos...
- Então mas e vocês acreditam em vampiros e lobisomens e assim?
- Não! Toda a gente sabe que os vampiros e os lobisomens não existem!! Isso é estúpido!
- Pois... Se calhar...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
"Ais droga qui distrói mais o ser humano, é a fofoca"
De facto é verdade. Quantos de nós já não vimos velhinhas completamente agarradas, quase a tremer de falta de fofocas, à espera que o "dealer" (também conhecido por Correio da Manhá, 24 Horas, Tal e Qual, as revistas cor-de-rosa, e tantos outros nomes...) entregue a sua generosa dose diária. Tem a vantagem de durar cerca de um dia se bem doseada com outras amigas fofoqueiras e só custa uns euritos, mas tem a enorme desvantagem de que não há centros de reabilitação.
Isto dá um novo sentido às zangas entre velhos. As velhas já não se zangam por causa de um bom dia que não foi dito à vinte anos atrás, agora também andam às turras porque "aquela pêga conseguiu a última TV 7 Dias". Fora as loucas correrias a 20m por minuto a ver quem é que chega à banca primeiro. E não se esqueçam que os velhos só não se comem uns aos outros porque muitos estam sem dentes e a carne rija é de má digestão.
Contudo, também vejo porque é que há velhos e velhas que aguentam até aos cento e tal anos rijos que nem uns pêros. As fofocas destroem os seres humanos, por isso, na verdade, ao fim de muitos e muitos anos de fofocas, as pessoas começam, lentamente, a transformarem-se em ZOMBIES!!!
Ah pois é! Também dá um novo sentido àquilo de os velhos só não se comerem uns aos outros porque porque... Qual é o zombie que não gosta de um bom naco de carne humana? E também explica porque é que as velhas estão sempre a olhar para os jovens bonitos e os velhos para as jovens boazonas. Não se trata de qualquer outro tipo de desejo se não FOME!!! Carne fresquinha, suculenta e imensa!!! Só que artrite não permite dar umas boas dentadas...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O cuidado nunca é demais...
Vou a seguir enunciar algumas possíveis razões (ou nem tanto...) para este indivíduo andar com um arsenal superior ao do Vanuatu, Tonga e Papua-Nova Guiné reunidos na sua moto:
- Ele ia a fazer um safari - e estava preparado para caçar e defender-se dalguns animais extremamente perigosos da fauna norte-americana tais como os leões, os tigres da sibéria e de Bengala, os gorilas, as baleias, os hipopótamos, os rinocerontes e os tigres-dentes-de-sabre;
-Ele acredita no Rapture (para os menos informados muitos católicos norte-americanos acreditam que num certo momento -o Rapture- todos os escolhidos serão levados para o Paraíso por Deus e todos os restantes ficarão na Terra até ao fim do Mundo ou o Apocalipse o que vier primeiro) - mas teria de lutar com as forças de Satanás para poder chegar ao Céu;
- Ele tem de se defender de possíveis violadores - porque um gajo tem de andar prevenido, afinal de contas andam por aí fulanos que violam cavalos, pode até existir um que me queira violar;
- Ele tem uma infestação de baratas em casa - e como ficou sem repelente de baratas em casa, vai ter de as abater a tiro de shotgun (e Deus tenha piedade das baratas se ele tiver de recorrer à faca);
- Ele é um traficante de armas - e tem de andar sempre com amostras grátis para mostrar a possíveis clientes;
- Ele pretendia passar pela área 51 - e os aliens podem ter tecnologia necessária para fazer uma viagem de 500000000000000000000000000000 Kms mas levam um balázio nos cornos e morrem, ponto;
- Ele soube que estava no mesmo estado que (inserir aqui nome de celebridade que vocês gostariam de ver num snuff movie) - e não podia deixar passar a oportunidade de lhe dar um caloroso e plúmbeo cumprimento de shotgun, daqueles que nos rearranjam a organização dos vasos sanguíneos...
Aceito outras possíveis explicações. Comentem e acrescentem outras possibilidades...
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
A nova religião
Primeiro, a igreja não teria apenas um grande espaço aberto com uma ou duas divisões, haveria também quartos livres para casais que não tivessem mais nenhum sítio para ir na altura.
Não haveria um peditório de esmolas. O dinheiro era angariado pela venda de preservativos e pelo aluguer de quartos (sim, eu sei que preservativos vai contra o "crescei e multiplicai-vos", mas antes de nos podermos multiplicar é preciso praticar primeiro...).
O confessionário não seria para confessarmos os nossos pecados, mas para pedir conselhos e aprender novas posições, divulgar novos brinquedos, etc.
Não haveria absolvições pelos pecados, as absolvições eram repetir o que foi mal feito ou exprimentar novas coisas.
E aqui deixo um exemplo de pai nosso:
Amantes nossos, que estais comigo,
Santificado sejam os vossos corpos,
Venha a nós o vosso desejo,
Seja feito o bom sexo,
Assim na cama como de pé;
Os orgasmos de cada dia nos dai hoje,
Perdoai as nossas brincadeiras,
Assim como nós perdoamos vossas badalhoquices,
E não o deixes cair nunca,
E livrai-nos do viagra,
Ámen...
Só não faço ideia como se integrariam violadores de cavalos.
Acho que fucionaria melhor do que as religiõs actuais, só que teriamos um grave problema de sobrepopulação...
Nada que uns grupos de canibais metrossexuais necrófilos com bastões e lantejoulas não resolva... (mais uma vez, que raio...???)(sim, estes tinham que voltar para assombrar os vossos pesadelos - ei, sempre é melhor que zombies travestis transsexuais de mini saia e vibradores)(uau, um novo nível de mau - palmas)(preciso de dormir mais, não sei de onde é que este tipo de ideias vem...).
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Lindo cavalinho...
A primeira que vos conto foi-me transmitida por um leitor do correio da manhã (eu sei que recorrer ao correio da manhã deveria ser considerado batota mas tecnicamente não fui eu que o usei. Além de que a história é tão merecedora de posta que não posso deixar de a partilhar). Um senhor foi condenado à prisão nos EUA (onde mais poderia isto ser…) por violar um cavalo. Isso mesmo. Violar um cavalo.
As perguntas que isto coloca são demasiadas. Eis algumas: como? Como é que ele o fez? É que existe uma diferença de alturas de mais ou menos um metro (assumindo que não era um pónei ou outra raça de cavalo pequena) entre as genitálias. E ainda há que ter em conta que o cavalo dá coices. Ou pode dá-los. Pelo que isto exige uma grande dose de esforço e premeditação. Não é que se possa pensar: “Olha aquele cavalo está mesmo ali a jeito, está-me mesmo a apetecer, não está ninguém a ver, vamos a isto”.
Outra questão é: então mas era um cavalo ou era uma égua? É que se era mesmo um cavalo (um macho) há toda uma série de questões que podem estar por detrás disto. Ou então não, não sei, nunca violei um…
A pergunta que mais me aflige contudo é porquê? O que leva um homem a procurar copular com um cavalo??? Será alguma espécie de crença pagã em que ao copular com um cavalo se obtém a sua virilidade??? Será uma tentativa de povoar o mundo com centauros??? Será que foi uma tara por peles e cabedal levada ao extremo??? será um caso de acreditar que a sua amada de outra vida reincarnou no cavalo??? Ou, ainda mais perturbador, que este homem considera os cavalos sexualmente atraentes??? Será que ele tem alguma tara por “aqueles quadris tão firmes”??????!!!!!!
Para além disso, imaginem a seguinte conversa na prisão:
-Então estás preso por qual crime?
-Homicídio. E tu?
-Assalto. E tu?
-Fazer download do GTA 4 e do último cd dos Pearl Jam. E tu?
-Violei um cavalo.
(Silêncio constrangedor seguido de vómito projéctil)
Mas tudo isto desapareceu da minha mente quando me disseram que o homem era reincidente. O quê???!!!!!!!!!!! Reincidente????!!!!! ENTÃO A VERGONHA DE SER APANHADO UMA VEZ NÃO CHEGA??????????!!!!!!!!!!!!!
E só não tive vómito projéctil pois ainda não tinha tomado o pequeno-almoço…
Outra Posta de Domingo
Tenho recebido uma grande quantidade de mails sobre a posta da semana passada, que reflectem o impacto que ela teve, especialmente a inquirir sobre a defenição de amor nela representada, e como fui eu quem escreveu a maioria deles, achei que seria rude não responder. Sei que muitos de vós podem estar a pensar: "Caro Fazedor de Cenas, isso é algo triste...". Pois bem, a parte mais triste é que a maioria dos mails não eram muito simpáticos...
Mas estou a fugir do assunto, e evitando falar com as vozes da minha cabeça, passo já a dizer que eu não acredito que seja possível criar uma definição de Amor, mas sim que existem situações ou momentos que presenciamos ou ouvimos falar que nos lembram que ele existe por aí. Uma dessas situações escolho partilhar convosco:
Imaginem que estão num beijo envolvente com a vossa cara -metade, ela está constipada... mal consegue respirar pelo nariz, mas mesmo assim dedica-se naquele beijo apaixonado. É nesse momento que sem ter tempo de evitar, ela espirra... Conseguem sentir toda uma onda de gosma a invadir-vos uma parte da cara... mas simplesmente o mal já está feito... e decidem continuar o beijo como nada se tivesse passado.
Isto é para mim uma prova de amor arrancada do mundo real.
Suspeito que são capazes de saber uma ou outra, convido a partilhar...
Espero que o Domingo vos tenha tratado bem.
Sem mais de momento.
Fazedor de Cenas
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Não há bruxas? A sério?!
Quando ouvi isto fiquei tipo "uuuuooooooooooooooooouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!! Duuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuude!!! WTF?!". A suposta razão para a possível atribuíção destes dois users ao meu irmão é que "descrevemos vivências parecidas". Algo de que discordo, pois ainda não falámos os dois da mesma coisa (sim, os nossos posts já falaram de porno mas isso não conta).
É que ainda por cima, eu não conheço a tal colega do meu irmão. Nem nunca a vi mais gorda! Não a conheço, nada mesmo!!! E ela adivinha assim como se não fosse mais nada! Quer dizer dizer, encontra-se ao nível de me perguntarem se tenho namorada, eu dizer que sim e dizerem-me que ela foi alvo da brilhante Posta (sim, com letra maiúscula - esta é uma senhora posta) "cuida das tuas enormes" (e acho que não preciso de explicitar que enormes).
Eu não acredito em bruxas, mas que as há, ai isso há meus amigos...
(Com desculpas para a colega do meu irmão que não conheço)
(Com desculpas para a Ana Isabel (não fui eu que disse tal coisa mas estava presente e ri-me à brava))
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Super-herói improvável
Como membro do comité organizador tive direito a um par de t-shirts com o símbolo do congresso para ser facilmente identificável. Até aqui nada de interessante.
A verdade é que ainda as uso de vez em quando. Mesmo por baixo de outra roupa. E lembro-me do Super-Homem. Ou pelo menos das representações em que ele traz o seu fato de licra por baixo da roupa. E imagino que também eu me poderia transformar num super-herói. Ora imaginem...
“Um grupo de camones está perdido em Lisboa, sem hipótese de encontrar o que procuram. Desesperadamente olham para o céu em busca de uma possível ajuda. E, de súbito e vindo do nada, eis que surge: Membro da Comissão Organizadora do IBAC!!!! Ele toma conta da situação indicando-lhes o metro e os autocarros mais próximos, chamando veículos de fuga (táxis) e fazendo marcações nos hotéis mais próximos (sob pseudónimo para evitar perseguição por parte de bandidos). Em seguida entrga-lhes sacos especiais feitos de propósito em marte (o nome da empresa onde foram feitos, obviamente) e cheios com material de sobrevivência urbana (canetas, blocos de notas, mapas, indicações de restaurantes mais próximos, caixa de preservativos, baralho de cartas, canivete, pilhas, etc...) e um livro de actas especial que dá o dom de perceber de bioacústica a quem o ler. Brandindo o seu mágico cabo de rede com internet à borla e o seu telemóvel que dispara raios laser e jogos do iPhone, ele combate a seu arqui-inimiga: A DESORGANIZAÇÃO PORTUGUESA. E se com o seu novo conhecimento sobre bioacústica quiser dar uma palestra ou uma conferência? Tudo se arranja... microfones, sala, projector, até audiência surgem após alguns minutos e uns quantos telefonemas (com quais também arranjou patrocínios). Ainda incluídos estão uma viagem a Sintra e lugar marcado num restaurante típico (cupõezinhos no interior do saco). E no fim ainda recebem certificados de que foram salvos pelo Membro da Comissão Organizadora do IBAC e uma factura discriminada dedutível no IRS. E um curso de português com não só o uso de vernáculo mas também a forma correcta de pedir os melhores petiscos. Tudo para não se perceber que é um camone com guita e ser chulado nos preços. Ganda pinta”.
Agora já sabe, se vir uma pessoa com uma t-shirt azul-escura com um oscilograma em forma de peixe a dizer IBAC 2009 já sabe que entrou em contacto com uma boa pessoa. E que salva camones nas horas vagas...
Posta de Domingo
Para os seguidores deste blog mais conservadores de entre vós, que sem dúvida estarão neste momento envolvidos numa cruzada para destruir os novos evangelistas de pornografia que atacam inocentes na estação de comboios do cacém, e alguns clube de vídeo (ouvi dizer...), é claro que "sucks" terá um significado parecido com " não vale a pena porque magoa", e "swallows" será uma metáfora de como o amor verdadeiro aguenta todos os problemas, ou seja mete isso tudo para dentro...Para os menos conservadores, acho que devem ter apanhado a ideia bastante bem...
Espero que tenham tido um bom domingo.
Sem mais de Momento
Fazedor de Cenas
"Babe, não é que eu não te curta, tu sabes que eu te curto bué, e curto bué curtir contigo, mas sabes que curtia bué mais se me curtisses aquela cena fixe lá em baixo..."
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Sonhos...
Infelizmente, para mim pelo menos, eu sou uma daquelas pessoas que, A) geralmente não sonha, ou B) quando o faz não consegue recordar o que sonhou, apenas conseguindo recordar traços gerais, do tipo se era agradável, desagradável, se acabava bem ou mal coisas desse género, ou pelo menos isso é o que me acontece geralmente, e depois existem aqueles sonhos. Aqueles sonhos! Aqueles sonhos que por mais que tente não consigo esquecer, não que eu queira … Quem quereria, não é?
Por esta altura devem de estar a pensar que sou um porcalhão, se o estão a fazer é porque interpretaram mal as minhas palavras, não, não estou a falar desse tipo de sonhos, muito pelo contrário, desde que me lembro que esses estão incluídos na categoria dos que não me consigo lembrar, a não ser em traços muito gerais, se me consigo lembrar de todo.
Os sonhos a que me quero referir são aqueles a que de um momento para o outro tudo descamba em algo completamente diferente, e digamos que de certa forma perturbadores, creio que seja melhor dar um exemplo:
“Imaginem que estão junto a um lago, a toda a vossa volta conseguem ver um perfeito tapete verde, erva verde resplandecente à chuva miúda que vai caindo sobre o vosso rosto. Sobre a superfície azul calma do lago conseguem ver a lenta reverberação das gotas a caírem, por entre as nuvens pesadas cinzentas, uma ou outra branca passa mais rápida, deixando atrás de si um pequeno rasto de céu azul e um raio de Sol por alguns segundos consegue transpor a muralha que o rodeia e incidir na vossa cara.
Uma enorme sensação de calma preenche-vos, como se tivessem encontrado o vosso lugar no mundo, lentamente caminham em direcção à água do lago, deixando marcadas na terra húmida, por entre os coloridos tufos de pequenas flores, as vossas pegadas. Ao atingirem o lago mergulham calmamente um pé na água sentido um estranho formigueiro, um misto de calor e frio, deixam-se levar e caminham abrindo passagem por entre o azul, à vossa volta um pequeno grupo de patos segue-vos atentamente, a água chega-vos à cintura….”
Até aqui tudo bem, um sonho bizarro, mas sem nada de extraordinário, o problema é que a partir deste momento algo de estranho e inesquécivel acontece…
“Quando a água atinge a vossa cintura mergulham as mãos na água, sentido o toque frio sobre os vossos dedos, lenta e deliberadamente passeiam as mãos no imenso azul, como que fazendo-as dançar com as gotas de água. De repente acomete-vos o desejo de levantar as mãos da água e simplesmente ficar a olhar para elas. O problema é quando o fazem, das vossas mãos em vez de água pinga um líquido viscoso de tonalidade vermelha, no céu as nuvens mudarem de cor para um laranja vivo, como se tivessem incendiado, enquanto isso a chuva tornara-se desagradável quente, a aragem que até à pouco tempo fora refrescante agora fazia-vos soar, queimava-vos a pele, sobressaltados correm a fugir do lago, enquanto o fazem a substância vermelha em que se tornara a água teimava em não se libertar do vosso corpo. O vosso coração palpita acelerado, na vossa mente o medo começa a encontrar o seu caminho, e com isto tudo vindo de trás de vocês começam a ouvir um barulho abominável…”
É nesta altura que acordam ofegantes, com o coração a palpitar tão forte que parece querer sair do vosso peito, um pouco por todo o vosso corpo suor escorre.
Bem, olá a todos ao contrário do que anunciei na semana passada vou continuar a escrever neste blog, parece que só após ter decidido desistir de escrever é que consegui ultrapassar o bloqueio que me tinha afligido.
Uma novidade é que definitivamente deixarei as amarras da quinta-feira e passarei a escrever quando as ideias me vierem à cabeça, acho que podem começar a pensar nos meus posts como bónus.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Assédio ou coninuação da espécie humana?
Como seria de esperar de uma mente como a minha, várias questiúnculas vieram-me à cabeça.
Primeiro, como insuportável??? Tão o homem em colhões para a coisa ou não? Gerações e gerações de pobres iniciados eram expulsos de mosteiros por andarem à caça de rabo de saia, e este tem ali tudo à mão de semear, E QUEIXA-SE??!!! Isto quando a fartura é demasiada...
Segundo, isto deixa-me a pensar sobre o verdadeiro sentido de servir um ser divino que está no céu ou assim. Será que servir uma criatura divina que nos criou (em teoria - raios partam o Dariwn e os cientistas com as suas teorias científicas que fazem lógica!) não será garantir que a nossa espécie continue? Um gajo quando tem trabalho gosta que ele se preserve. Já estou a ver a cena. "Então eu dou-me ao trabalho de criar estes gajos, e eles agora estão a desaparecer porque inventaram esta cena da 'castidade' e de irem para mosteiros e não se divertem? Que raio, eu posso engravidar mulheres com o pensamento (não tão divertido como a outra versão), mas eu sou um DEUS!!! Então agora estes gajos não são capazes de dar uma foda???!!!!! QUE CARALHO PÁ!!!!". E isto dá-me a oportunidade perfeita para introduzir à pressão uma mini-posta - se o elixir da vida permite que a vida continue, não seria então este o sémen? (Sim, eu sei que é uma interpretação muuuuuuuito liberal).
Terceiro, como é que nunca ninguém percebeu isto antes? Não sei qual é a passagem, mas há uma passagem na bíblia que diz "crescei e multiplicai-vos". E não é rezando que isto acontece...
Agora dito isto, pensem como seria uma igreja segundo o pensamento "crescei e multiplicái-vos". Talvez continue isto para a semana, mas deixo o mote para que alguém com vontade para isso continue a posta. Afinal, sou apenas um camandro no meio de tantos outros...
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Concentração de parvoíce
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Crescer?!.. O que é isso??..
Aqui à uns tempos atrás fui convidado para participar num blog, tendo em conta que já havia participado em blogs antes e como conhecia como funcionavam as coisas aceitei imediatamente, talvez tenha sido um erro, talvez deve-se de ter pensado um pouco antes de dizer que sim.
Quando aceitei disse a mim próprio que as coisas desta vez iriam ser diferentes, que iria fazer um corte com os alter egos que havia criado anteriormente, que a minha linha edital seria diferente, chegara o fim de Meowth o habitante louco de “a-nossa-casinha”, e de a “Incrivel alface” esse estranho super herói que no InaCumCaralhoCaGandaBlog, e em parceria com o “capitão feijão-frade” e o “vingador beringela” tentavam resgatar um mundo para um novo futuro de deboche, brejeirice, bardajonice, enquanto espalhávamos as nossas “Opiniõesfoleiras”
Pensava eu que tinha crescido e que a parvoíce dos meus dezassete/dezoito anos havia desaparecido e que o chorrilho de asneiras desse blog (InaCum(…)Blog) haviam desaparecido, ou que a loucura do meu primeiro ano de faculdade se havia esfumado, altura em que vivia com mais cinco pessoas, ano esse que foi imortalizado em “Anossacasinha”. Pensava que tinha crescido, estava errado.
Quando é que descobri que estava errado, quando após o meu primeiro post fui incapaz de até hoje voltar a participar, constantemente quando pensava em escrever o passado voltava para me atormentar com ideias vencidas de aventuras terminadas, sempre que ligava o pc e começava a escrever, as mesmas ideias absurdas, que eu julgava há muito mortas, voltavam à tona para me atormentar.
Com isto gostava de me despedir e de pedir desculpa aos restantes membros do blog, prometendo no entanto que sempre que achar oportuno passarei para largar umas palavras, até lá deixo-vos com a imagem daquele que no passado se intitulou por “A Incrível Alface”:
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Querem aventura? Vejam lá...
Exactamente, leram bem - um filme pornográfico. Eu fiquei a pensar se alguém não se teria enganado no que deveria estar a passar (não sei, talvez haja um assistente a cuidar do som sem mais nada que fazer) porque dali a nada a música muda para um jingle que começa como se esperaria de uma música de fundo de um supermercado. Mas não. Era um som dos infernos. Daqueles mesmo mauzinhos (sim, daqueles em ficamos contentes quando nos enfiam um enorme ananás pelo cú acima - isto é de uma cena de um filme de comédia (JURO)). Pois começo a ouvir uma das piores músicas autopromocionais de sempre. E para que também possam partilhar o meu sofrimento (a música seus rebarbados), esta mesma música passa no anúncio de televisão.
Estava a pensar como havia de estancar a hemorragia nasal e como impedir o meu cérerbro de sair pelas orelhas (encontrava-me na zona das bebidas onde não havia nada utlizável, e se me tentasse mover para a zona dos pensos o meu corpo rebentaria numa linda explosão de entranhas devido ao esforço extra - não cair redondo em convulsões enquanto se ouve tal coisa é difícil), eis se não quando - MILAGRE - aquela epifania à loucura mental e intestinal pára. Aí levanto-me (ainda a medo), olho em volta, peço desculpa por ter pisado os pulmões da senhora ao meu lado, e apercebo-me do silêncio. Doce doce silêncio. Parece que alguém se lembrou que matar os clientes (ou fazê-los fugir enquanto seguram o cérerbro com as mãos) não é bom para o negócio. Ou então decidiram que tortura não é muito divertido. Ou ficaram envergonhados com a enorme cagada de música que passaram nos altifalantes (que eu adorava ver rebentados por c4).
Ainda dizem que aqueles que procuram aventura devem ir para a selva ou para o meio de um grupo de canibais metrossexuais necrófilos com lantejoulas e bastões (que raio...?). Devem é ir a este supermercado, voltarem vivos e capazes de contar a história. Se tiverem colhões para isso...
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Desportos alternativos
Foi inspirado por este conhecimento que a minha mente deambulou por meandros de outras modalidades (não sei se poderiam ser chamadas de desportos) e imaginei como seria se essas actividades tivessem direito ao mesmo tempo de antena que o futebol.
Imaginem como seriam os relatos dos jogos do torneio de sueca e de bisca lambida do jardim mais próximo de vocês? "E o Gervásio joga 6 de paus, Hermenegildo joga o rei, Franklin joga o ás de paus, prepara-se para levar a vasa e, atenção, Teófilo, para, olha, pensa, EEEEE Teófilo corta a vasa, cortou, VAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAASAAAAAAAAAAAAAAAA É vasa para Teófilo. O teu comentário, Bernardino". " Foi precipitação de Hermenegildo, pois tendo em conta as 2 vasas anteriores era de esperar que Teófilo não tivesse paus e pode ter compremetido as aspirações da sua equipa à sardinhada de amanhã no quartel dos Bombeiros Voluntários".
Ou então aqueles programas tipo Dia Seguinte ou Trio de Ataque mas dedicados aos matraquilhos? "Eu acho que tecnicamente a equipa do Sporting esteve melhor no aproveitar dos erros da defesa adversária", "Pois, pois, mas aquilo que aquilo que o senhor não viu foi aquela roleta dos defesas. Nem você nem o árbitro. E todos nós sabemos que roletas dos defesas vai contra as leis do jogo", "Então e aquelas duas bolas que entraram e sairam?!! É que acabaram por não dar golos a nosso favor e o Porto acabou por depois marcar dois golos com base nisso...".
Ou melhor ainda, os comentários de Luís Freitas Lobo ao Grand Prix Lisboa de Magic da Gathering (eu escrevi mal o nome de propósito por causa dos copyrights) "A introdução de duas cópias de Daunteless Escort no baralho de green-white tokens acabou por se revelar uma escolha desastrosa perante a abundância de baralhos turbofog, pois estes não lidam com criaturas destruindo-as mas sim anulando a sua principal força: o dano de combate. Uma estratégia mais acertada teria sido a introdução de Krosan Grips para lidar com os artefactos problemáticos de turbofog". E teríamos debates destes nos cafés. Seria bastante diferente, não acham?
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Salve-se quem puder - ou praxe...
E as pessoas olham para a praxe e pensam "ah, são só uns miúdos a divertirem-se (isto na praxe que não é exagerada), quando crescerem tomam juízo".
Agora passando para outra coisa. De certeza que já ouviram falar daquele progama em que dizem "soltem a parede". E agora vocês perguntam qual é a ligação.
Pois aqui está. Nesse programa, estão uns quantos gajos a fazerem figuras tristes (tanto os que participam como os que assistem - vá lá, aquilo é tão emocionante como ver a vossa avó a fazer tricôt), tão dois ursos a liderar (o Marco Horácio é um bom comediante, mas tá a fazer um enorme frete a apresentar aquele progama e a Diana Chaves, para além de ter uma lindíssima voz para escrever à máquina, não tem jeito para apresentar - e agora a sério, qual é a cena da flor? Para isso metem uma couve - fica mais dentro do espírito de palhaçada), e sem haver ligação nenhuma ao programa, há um calimero que grita barbaridades (fora os outros tansos todos...).
O que era verdadeiramente interessante era durante um directo haver uma invasão. Entrarem por ali a dentro uma carrada de avacalhos a gritarem a plenos pulmões "e esta merda é toda nossa olé, olé, e esta merda é toda nossa olé, olé", com um boneco amarelo a dizer "sois uns bonecos" (que o meu pai modificaria para "sindes uns bardamerdas" - LINDO!!!), isso sim, dava vida ao programa.
Será que eu sou suspeito por andar a ser praxado e adorar invadir faculdades e fazer merda? Naaaa...
Isto são apenas pérolas de alguém que se intitula "o homem dos mil camandros", e que vos deixa esta posta com uma vénia.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Mitologia grega versão 4-7 anos
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O Matrix
Esta segunda feira, encontrava-me nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, enquanto esperava com o meu irmão por outros amigos, e deparo-me com uma sequência bastante estranha de acontecimentos (estes acontecimentos não foram avistados por esta ordem, mas vou apresentá-los assim).
No caso de alguém não conhecer Lisboa, Lisboa foi bastante remodelada com o passar do tempo, e actualmente as obras ainda não cessaram (e quem sabe se alguma vez cessarão). Pois à frente de uma das entradas da Gulbenkian deparo-me com esta sequência de números de porta: começa com o 78, depois o 80, 86, 88, 96, 100, 110, 112. Tendo em conta que obras não faltam em Lisboa, uma certa desorganização numeral não é surpreendente.
Mais tarde, estava sentado nestes mesmos jardins a bater cartas com o meu mano, quando passa por nós um homem a correr. E passa uma segunda vez. E uma terceira. E de todas as vezes pareceu extemamente idêntico. Isto nunca poderia ser alguém a fazer jogging. Depois mudámos de sítio e fomos para o pé da entrada do edifício central. Onde reparamos que o acesso à entrada está diferente. Sem haver sinais de obras. O que é estranho pois nós vamos à Gulbenkian várias vezes e nunca vimos sinais de aquilo estar a ser mexido. Mas pronto, podia ser que tivesse sido uma obra feita muito rápido. De seguida reparo em três pedras de calçada metidas no meio da relva. Num sítio onde NÃO foi mexido. Eu mexi nas pedras, quem sabe, podiam ter ficado esquecidas. Mas estavam enterradas. E bem firme. Eu tentei puxá-las e não se mexeram (e não sou propriamente um lingrinhas). Se isto já não era estranho (quem sabe se aquelas pedras não eram uma entrada para um subterrâneo ultra secreto?), o meu olhar encontra uma câmara de vigilância no cimo do telhado. Virada directamente para o mesmo telhado. A sério, não encontro explicação.
Querem uma prova mais evidente de que naquele sítio o Matrix estava mal carregado? Quer dizer, só faltava o Error 404 e a cruzinha vermelha de imagem não encontrada.
Contudo, não passou a boazona de vestido vermelho (sempre tornava esta patacoada mais visualmente intererresante...).
Impressões da Holanda
Ora a Holanda é o oposto de Portugal em vários aspectos. O terreno é tão plano como o nosso é enrugado. As pessoas tão directas como as nossas são "educadas". Tanto que às vezes é excessivo: posso fartar-me da tortuosidade do terreno e das mentes portuguesas, mas o terreno e mentalidade holandesa é tão direito que pode cortar. Há a vantagem da honestidade, de se poder ter uma conversa com alguém e saber que estão a dizer o que pensam. Há a desvantagem de às vezes a honestidade poder chegar a extremos excessivos. Além disso, em troca de um carácter nacional tão mais sucinto e coerente que o nosso, falta-lhes o cinismo de civilização velha que nós temos, o que explica os laivos de patriotismo (talvez nacionalismo) que são mais evidentes na sociedade holandesa e que nos parecem um pouco ridículos...
Ora, num país tão sério e direito, uma pessoa com um determinado tipo de mente (infantil) acaba por descobrir alguma diversão acidental. Vêm-me à cabeça duas coisas: o rabobank e a sissy-boy.
Rabobank (http://www.rabobank.com/) é o nome de um dos grandes bancos holandeses, e vi-o pela primeira vez quando passeava por Amsterdam. Para descrédito da nossa nação, desatei a rir, tal como os portugueses que estavam comigo... Mais tarde, em conversa com um colega holandês, descobri que era possível pedir um Rabocard - aliás, ele tinha um, por coincidência no bolso traseiro! Confesso que se acendeu em mim a ambição de um dia ser cliente do Rabobank e ter um Rabocard, que transportaria orgulhosamente no bolso traseiro das calças e usaria como desculpa para dizer coisas tão hilariantes como "Pára de me tocar no Rabocard!"...
Sissy-boy (http://www.sissyboy.nl/) é o nome de uma cadeia de lojas holandesa. Uma com muito sucesso... Sim, nesse país altamente anglófono há milhões de homens que dizem orgulhosamente "I shop at Sissy-boy"! Obviamente precisei de ser persuadido (leia-se puxado) para entrar numa destas lojas. Esperava o pior, mas encontrei uma loja com roupa para homem (da normal, não da que se esperaria numa loja chamada "Mariquinhas"), artigos para casa, jornais e livros... Acabei por ficar algo desapontado: desfez-se na minha imaginação a imagem quase mitológica de um sítio em que homens adultos entravam para experimentar roupa de mulher de tamanho 58 e roupa de motoqueiro sem nádegas. Já não posso dizer com tanta convicção "Malucos dos holandeses!"...
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Vendas estranhas
Uma das coisas mais chatas desta sociedade é a quantidade de tretas em que me tentam convencer a gastar dinheiro. Passo a comentar algumas delas:
- cálcio de coral- que por qualquer razão é tão diferente do outro cálcio que posso obter, por exemplo no leite, que até é anti-cancerígeno
- cápsulas de alho concentrado- que, segundo o que diziam no anúncio, possui mais de 90 viatminas e minerais (sim, sim também quero arsénio, chumbo e mercúrio no meu alho se fizer o favor) e que, como tal, fazem bem a uma catrefada de coisas, excepto o mau hálito
- concentrado de vinagre- tão bom tão bom que (dizem eles) os samurais faziam um preparado de vinagre (feito a partir do célebre vinho japonês, famoso pelo mundo fora) pois acreditavam que este lhes dava força (eu prefiro um treino diário de 8 horas desde a infância para me dar força)
-Tahitian nony- a bebida feita a partir deste fruto do Taiti era, segundo o folheto que me deram e que tenho muita pena de ter perdido, bom para (não me lembro ao certo de quais) doenças cardíacas, pulmonares, gastrointestinais; para além de ser anti-cancerígena e anti-oxidante (prevenindo assim doenças como o Alzheimer e Parkinson). Ou seja era Deus na forma líquida
- Nad’s- um produto das Televendas que consistia numa mistura de mel, ervas e outras substâncias naturais. Tão naturais que este creme para depilação era comestível (aliás várias senhoras durante o anúncio a este produto confessavam que era um alívio ter tão à mão de semear um petisco a meio da noite). Ou também se pode pensar nele como uma pasta comestível com a qual se podia arrancar pêlos das pernas. Embora o preço era mais próximo do de um creme depilatório
- aquele afrodisíaco natural que aparece em todos os jornais- porque não só funciona em ambos os sexos como, pasme-se, aumenta a fertilidade
- um forno a vapor- não estou aqui a pô-lo tanto pelo produto em si, mas sim pelo facto de estar a ser anunciado (não só mas também) por Mr. T. Exacto, não o convidaram para fazer publicidade a uma máquina qualquer de fitness, não o convidaram para fazer publicidade a uma qualquer jóia, convidaram-no para fazer publicidade a um item de cozinha! Porque nada diz: “Comprem este forno a vapor ” como ter o Mr. T a fazer trocadilhos com as deixas do Esquadrão classe A.
É por isto que agora sou o alegre possuidor de 4 de cada um destes artigos...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Acordar de manhã? A sério?
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Á noite no Cacém
Estava eu saindo do comboio depois das 8 no Cacém quando um senhor me aborda estendendo
o que me pareceu um papel. Parei por simpatia para ver se ajudava o senhor a sair dali.
Comecei a estranhar quando me apercebi que afinal ele me estava a dar um cd.
O meu cérebro fixou-se nas letras Jimmy Hendrix temporariamente. OK menos mau! Depois
apercebi-me que na verdade estava escrito Jimi Hendrix. E que ao lado estava uma
senhora só de tanga de costas. E que por baixo de JImi Hendrix estava escrito
Massive asses 2. O cd debaixo do outro era diferente.. Aí eu recusei o cd.
Ainda hoje penso sobre o que levou o senhor a estar a distribuir cds pornográficos.
No Cacém às 8 da noite. Aceito sugestões...
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
A nova ameaça!
Por isso, num rasgo se originalidade e na necessidade de pôr uma grande posta, apresento-vos duas novas (mas perigosas) ameaças:
- Para quem não é da área de Lisboa ou não anda de comboio, nas estações de Sete Rios Entrecampos e Roma-Areeiro (não tenho a certeza se há mais), quando soam o avizo de que vem aí o comboio, também dizem para se ter cuidado com o degrau. Já estou a ver o filme. Pessoas a correrem dentro comboio e a oferecerem criancinhas para tentar apaziguar o impiedoso degrau assassino!

- Certamente sabem o que são àrvores bravas. Pois deixo aqui o mote para que o Steven Spielberg aproveite esta brilhante ideia. "Devido a sentirem-se abandonadas por não terem sido plantados com todo o carinhos e amor, um tipo novo de ameaça está a crescer. Elas são crueis, mordem, e desfazem tudo o quee se atravessa no seu caminho. SÃO ÁRVORES BRAVAS, E ELAS ESTÃO ZANGADAS COMO O CARA***!!!!!!!!!!!!!"
Digam lá que não tem qualidade? É melhor que o bom, o mau e o vilão...
Dia de postas
Vou responder pela minha parte: Há certos dias em que o mundo me mostra tamanha quantidade de coisas pequenas mas bizarras que tenho de partilhar com o mundo as bizarras coisas que se passam dentro da minha cabeça.
É um desses dias que vou partilhar convosco (sim, eu tenho a secreta esperança de ser lido por mais de uma pessoa). Mais concretamente uma caminhada desde os Jardins da Gulbenkian até à estação de comboios de Entrecampos.
Começando a viagem pela Avenida de Berna junto à Praça de Espanha do lado dos jardins deparo-me com uma singela papeleira junto à paragem de autocarro. Nela está escrita a mensagem ”Eu camóne me confesso vou oferecer bombas atómicas a malucos”. Um haiku do mais fino recorte literário…
Em seguida atravesso no semáforo seguinte para o outro lado da estrada (Av. de Berna ainda). Sigo calmamente olhando para as montras até me ver um centro dietético que, para além das habituais bebidas milagrosas e preparados vários, tem também em exibição (como se fosse para venda) … azulejos. Sim a coisa que imediatamente me ocorre quando penso em azulejos é comprá-los num centro dietético. Talvez a cerâmica seja anti-oxidante…
Seguindo em frente vejo à porta da FCSH (ignorando o facto de um dos seus edifícios ter uma tabuleta que diz que o mesmo pertence ao ministério da defesa com os parafusos desaparafusados mas que ninguém se deu ao trabalho de retirar os parafusos ou a tabuleta) um anúncio que diz (o que diz entre parêntesis não estava lá eu é que ou não me lembro ou acho que não devo dizer o que lá estava por ser chato):
“alugo
(uma data que não interessa) meninas
quarto (muita fixe com condições óptimas)
(num local ainda mais fixe com melhores acessos)
O senhorio não mora no apartamento”
Eu percebo que a ideia era dizer que o quarto era para ser alugado somente a meninas mas sou só eu que acho que o anúncio poderia ser mal interpretado?
Para terminar virem à esquerda na rua (se não me engano) Laura Alves (a que vai dar ao hotel). Continuando nessa direcção encontra-se um parque de estacionamento. Nos postes desse parque encontra-se um texto deveras estranho. Não consigo reproduzir a totalidade do texto mas a ideia geral é de que um senhor copiou um e-mail que terá enviado a uma série de figuras públicas sobre o facto de a ASAE e a PJ não andarem a fiscalizar os portos mas sim a controlar a importação de cocaína para dentro do país, chegando a sequestrar e a cortar dedos anelares a quem os denunciasse. Tudo isto com a palavra prostituta (e isto não é um eufemismo é mesmo a palavra usada) muitas vezes repetida. O texto é também bastante menos perceptível e coerente do aquilo que eu aqui transmito…
Se quiserem podem verificar que aquilo que aqui digo é verídico (se entretanto não apagarem nada). Repitam esta caminhada e percebam o estado de espírito que me assalta quando escrevo estes posts…
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
1ª Porno solidariedade - Muito sinceramente sou da opinião que, para além de porno de caridade com celebridades, outro item do género que cairia muito bem seriam os snuff movies para caridade.
Para todos aqueles menos iluminados neste assunto, snuff movies são filmes reais em que alguém ou grupo de alguéns mata uma pobre alma ou um grupo de pobres almas e a seguir difunde ou vende o dito video a quem o quiser ver.Para quem já esteja "Ehhhh que nojo", "que horror", "tu és um monstro", "que barbaridade", "que falta de chá" ou mesmo "Isso é um atum? Mas que raio é que...oh meu «inserir ente superior aqui»!!!", pensem um bocadinho neste ideia e digam-me se não gostariam de ver certas cantoras pop loiras protitutovirginais espancadas até à morte com uma baguete congelada, ver como certas apresentadoras da família das coniferas reagiriam ao repararem-se trancadas numa sala com vários babuinos esfomeados ou até sentarem-se para trás no vosso sofá e ver confortavelmente todo um edificio de televisão musical arder.
Assim poder-se-ia muito facilmente ajudar várias pessoas e em tantos niveís diferentes...
2ª – Pornografia e internet – Parece-me fofo da minha parte mencionar que, por mero acaso, encontrei uma vez uma única BD contendo em si pornografia com zombies, animais, senhores com idades avançadas, loucura tentacular e várias criaturas do mundo fantástico (orcs, elfos, goblins, etc). Encontro-me de momento a fazer pesquisa bastante diligente de modo a ver se consigo consigo encontrar o Wally, mas no caso dele aparecer o seu futuro por lá não será risonho…
3ª – Super Rato – Venho por este meio dizer que esta é já uma personagem bem real e que foi criada nos idos de 1942 como serie animada tendo sobrevivido até 1961, sendo uma verdadeira série de culto. Ironicamente, ou não, a sua publicação no mundo das BD foi levada a cabo por uma outra empresa que viria um dia a tornar-se na pouco conhecida e decididamente underground Marvel.
Quem estiver agora a ler isto e pensar “ Que cromo!!! Como diabo é que ele sabe algo assim?” não subestimem a determinação de alguém que tem net ao fim de 2 a 3 semanas de secura (ver eventualmente na proxima posta), (ou não, ninguém vos obriga), (a sério), (mas também não custa muito…).
Ah, o SuperRato também era um carrossel na defuntíssima feira popular de Lisboa.
4ª – Polémicas – Na minha mui singela opinião a polémica poderia vir do facto de ela estar demasiado vestida, não fosse pelo facto da senhora em questão ser feia que nem um bode, apesar de nos tentarem convencer quase a pontapé que a senhora é o epítome da beleza terrena. Aí sim está a verdadeira polémica.
Note-se também que sou apenas um mero e minúsculo peixe destinado a uma vida de parasitismo sexual, portanto que raio sei eu...
Pronto, agora que isto ja esta fora do caminho vamos à posta em si.
Bem Hajam!
E pronto foi isto. Volto na sexta para contar a saga que me impediu de postar até agora. Talvez...
Eu sou o Tamboril de listas fucsia e fica aqui a minha posta.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
As 4 principais orientações sexuais

Num estudo realizado na união europeia, em que perguntavam o que preferiam - fazer sexo com a(o) namorada(o) ou ir a um estádio ver futebol (um jogo importante) e passar a tarde a beber cerveja como os amigos, 50%(média europeia) disseram que preferiam ver futebol.

Isto é preocupante. Tanto os hetero, como os homo como os bi, deveriam preferir estar a chafurdar na(o) companheira(o) do que a fazer qualquer outra coisa.
Isto leva-me a uma conclusão. Há os hetero, os homo, os bi... e os bêbados.
O bêbado é caracterizado por estar sempre armado em macho e possívelmente a dizer que come resmas de gajas. É loiras (cerveja), morenas(cerveja), e até ruivas(adivinharam - cerveja).
Perante este estranho tipo, não se mostrem intimidados, pois têem tendecia para serem agressivos. Ou passivos. Ou chorar (depende do tipo de bêbado).
Lembrem-se sempre - entre bebida e gajas, deixem a cabeça de baixo decidir.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
polémicas para quem?
Mas mais estranho ainda é que um jornal gratuito apelidava as fotos de “polémicas”. Porquê? Sobretudo se tivermos em conta a quantidade de mamas e cus que se veêm nos media hoje em dia (desde anúncios de gel de banho a genéricos de novelas) não é nada de extraordinário ver-se uma mulher em roupa interior vulgar (nada de frases do tipo “Insert here” ou transparências que não deixm nada à imaginação).
Ainda mais estranho é, a meu ver, que eu só estou a descrever a foto porque ela estava nesse mesmo jornal! Se as fotos são “polémicas”, ou seja que chocam ou incomodam algumas pessoas, não será um bocado contraditório mostrá-las? Digo eu... Mais valia terem passado no Telejornal o polémico vídeo de sexo explicito de Paela Anderson com o marido...
Será que a Carolina Patrocínio tem um peso assim tão grande para a sua aparição em roupa interior ser considerada uma coisa polémica?...
Só uma última coisa: se eu fosse conspiracionista diria que, caso a Carolina Patrocínio estivesse envolvida na política, isto era uma manobra criada pelos seus adversários (assim como a rábula da petição para “libertar” a empregada dela) que roubaram a foto para a espalhar na net e a desacreditar... Espera... Só um segundo... Ah, pois é! A Carolina Patrocínio foi escolhida como mandatária para a juventude pelo PS. Tan Tan...

