Se andam ou andaram na universidade, é provável que tenham passado pela praxe. Se não passaram, de certeza que sabem o que é. A caloirada junta-se, faz palhaçadas debaixo das ordens e supervisão de uns quantos gajos, e há uns quantos caloiros que têm frases que gritam de vez em quando.
E as pessoas olham para a praxe e pensam "ah, são só uns miúdos a divertirem-se (isto na praxe que não é exagerada), quando crescerem tomam juízo".
Agora passando para outra coisa. De certeza que já ouviram falar daquele progama em que dizem "soltem a parede". E agora vocês perguntam qual é a ligação.
Pois aqui está. Nesse programa, estão uns quantos gajos a fazerem figuras tristes (tanto os que participam como os que assistem - vá lá, aquilo é tão emocionante como ver a vossa avó a fazer tricôt), tão dois ursos a liderar (o Marco Horácio é um bom comediante, mas tá a fazer um enorme frete a apresentar aquele progama e a Diana Chaves, para além de ter uma lindíssima voz para escrever à máquina, não tem jeito para apresentar - e agora a sério, qual é a cena da flor? Para isso metem uma couve - fica mais dentro do espírito de palhaçada), e sem haver ligação nenhuma ao programa, há um calimero que grita barbaridades (fora os outros tansos todos...).
O que era verdadeiramente interessante era durante um directo haver uma invasão. Entrarem por ali a dentro uma carrada de avacalhos a gritarem a plenos pulmões "e esta merda é toda nossa olé, olé, e esta merda é toda nossa olé, olé", com um boneco amarelo a dizer "sois uns bonecos" (que o meu pai modificaria para "sindes uns bardamerdas" - LINDO!!!), isso sim, dava vida ao programa.
Será que eu sou suspeito por andar a ser praxado e adorar invadir faculdades e fazer merda? Naaaa...
Isto são apenas pérolas de alguém que se intitula "o homem dos mil camandros", e que vos deixa esta posta com uma vénia.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
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