Trago hoje dois casos dignos de atenção.
Nunca vão para onde quer que seja na certeza absoluta e inabalável de que poderão regressar. Estava muito bem com a malta no Alentejo nos primeiros dias desta semana, em que voltou a ocorrer novo dilúvio. À entrada da herdade onde nos ancontrávamos, com a nobre missão de trabalhar, existe uma ponte que passa por cima de um pequeno ribeiro. Findas as tarefas árduas a que nos propusémos decidimos sair da herdade... eis senão quando nos deparamos com um cenário típico das Imagens Reais, liguem agora e daqui para a frente a voz do Artur Albarrã na vossa cabeça por favor. O horror, o medo, o pavor daquela gente quando olhou desolada para a ponte que permitia a travessia do ribeiro. A água espraiava-se a a mais de 10 m da ponte para ambos os lados, a corrente, a forte corrente, vejam como fazia vibrar um tronco de uma árvore morta, um barulho ensurdecedor. E esta meus amigos é a pior parte. Eles pensaram em passar por ali de carro... esperaram pelas melhorias no dia seguinte para construir a braços, uma passagem com pedra de forma que os carros não fossem arrastados ribeira abaixo, na Herdade da Ribeira Abaixo. Mas esta aventura tem um final feliz, receando a vida e os pertences materiais utilizaram a OUTRA saída da herdade cujo caminho era mais longo mas que até estava em boas condições...
O segundo caso digno de referência respeita às pessoas que conhecemos, ainda que de forma muito remota. Não duvidem nunca de que as podem encontrar onde quer que seja, porque quando dão por ela encontram pessoas que deviam estar do outro lado do oceano e que nunca na sua vida iriam estar no mesmo lugar onde vocês estão. No fim elas aparecem vindas do nada, sem nada para fazer, mas a milhares de quilómetros do lugar onde deveriam estar. Não se baralha assim a vida das pessoas.
Is to são testemunhos Reais! (desligar a voz do Artur albarrã dentro da vossa cabeça agora).
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