quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O Matrix

De certo que conhecem teorias da conspiração, (rumores) de que existe um céu (de acesso estemamente restrito - só entra lá quem agradar a certos padres) e um inferno (onde certamente todos nós vamos parar - e ainda mais certamente aqueles que escrevem neste blog) ou até outras espécies de vidas eternas noutros planos de existência. Mas no fundo no fundo, caguem nisso, nós estamos no Matrix.
Esta segunda feira, encontrava-me nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, enquanto esperava com o meu irmão por outros amigos, e deparo-me com uma sequência bastante estranha de acontecimentos (estes acontecimentos não foram avistados por esta ordem, mas vou apresentá-los assim).
No caso de alguém não conhecer Lisboa, Lisboa foi bastante remodelada com o passar do tempo, e actualmente as obras ainda não cessaram (e quem sabe se alguma vez cessarão). Pois à frente de uma das entradas da Gulbenkian deparo-me com esta sequência de números de porta: começa com o 78, depois o 80, 86, 88, 96, 100, 110, 112. Tendo em conta que obras não faltam em Lisboa, uma certa desorganização numeral não é surpreendente.
Mais tarde, estava sentado nestes mesmos jardins a bater cartas com o meu mano, quando passa por nós um homem a correr. E passa uma segunda vez. E uma terceira. E de todas as vezes pareceu extemamente idêntico. Isto nunca poderia ser alguém a fazer jogging. Depois mudámos de sítio e fomos para o pé da entrada do edifício central. Onde reparamos que o acesso à entrada está diferente. Sem haver sinais de obras. O que é estranho pois nós vamos à Gulbenkian várias vezes e nunca vimos sinais de aquilo estar a ser mexido. Mas pronto, podia ser que tivesse sido uma obra feita muito rápido. De seguida reparo em três pedras de calçada metidas no meio da relva. Num sítio onde NÃO foi mexido. Eu mexi nas pedras, quem sabe, podiam ter ficado esquecidas. Mas estavam enterradas. E bem firme. Eu tentei puxá-las e não se mexeram (e não sou propriamente um lingrinhas). Se isto já não era estranho (quem sabe se aquelas pedras não eram uma entrada para um subterrâneo ultra secreto?), o meu olhar encontra uma câmara de vigilância no cimo do telhado. Virada directamente para o mesmo telhado. A sério, não encontro explicação.
Querem uma prova mais evidente de que naquele sítio o Matrix estava mal carregado? Quer dizer, só faltava o Error 404 e a cruzinha vermelha de imagem não encontrada.
Contudo, não passou a boazona de vestido vermelho (sempre tornava esta patacoada mais visualmente intererresante...).

1 comentário:

  1. Yey finalmente dá para postar sem tar registado =p
    Ok, o que eu ia postar ha uns dias:
    (Porra não dá para fazer copy/paste praki... GODDAMN!!! Têm que dar permissão pra colar coisas lol... Ok "vai à mão" lol)

    O mundo na prespectiva do Matrix é surreal, é estupidamente compativel com todas as "falhas na realidade" que, se estivermos atentos nos deparamos, houve aí uma altura em que eu prório andava à caça de pequenos (ou não) detalhes desses, principalmente os dejá vue (sp). Tive inclusive numa perseguição qual Matrix, eu a pé e 2 carros em perseguição a mim e a um amigo (provavelmente à espera que um saisse do caminho) ao que msg grátis leva a um telefonema, corrida marada para atravessar um cruzamento em que os carros perdiam o angulo por uns momentos e quem tinha ao telefone pergunta-me "não tnes nenhuma porta aberta aí ao pé?" (dass até tou todo arrepiado) eu olho e às 4 e tal da manhã, 5 metros à minha direita (nem isso) a porta dum predio entre-aberta... safamo-nos...

    Mais uma vez só a boazona faltou ali...

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