Venho aqui partilhar pensamentos sobre um site do qual ouvi falar muito recentemente. Ou conceito não sei bem se o site se chama assim. Chat-roulette. Para aqueles que, como eu até pouco tempo, não conhecem o conceito, trata-se de um (serviço/site) (riscar o que não interessa) em que tu te ligas ao site e és ligado a uma pessoa aleatória. E interages com essa pessoa aleatória.
Para já o conceito não é verdadeiramente original. Nos tempos do mirc, esse velhíssimo sítio de conversação, bastava entrarem no canal nacional ou internacional e seleccionarem aleatóriamente uma pessoa para falar.
Mas sobretudo aquilo que eu não percebo esta mania actual de adorar o que é aleatório ou me pode ligar com um fulano das Honduras, do Vanuatu ou do Niger. Ou mesmo que seja da Alemanha, dos EUA ou do Japão. Para quê? Para dizer-lhe que tenho cólicas? Para dizer que o trabalho corre mal? Que amanhã vai chover?
E depois as pessoas que usam tais sites ou serviços não são assim tão aleatórias. Há um grande grupo de homens a pedir às mulheres que mostrem as mamas (ou mais). Há as senhoras que lhes fazem a vontade. Há os que se masturbam (podem ser incluídos no primeiro grupo). Há os putos estúpidos. E há os engraçadinhos que vão gozar com os outros todos. Ainda têm assim tanta vontade de ir conversar?
E que tal se em vez de se meterem a falar com pessoas aleatórias fossem falar com um dos vossos 544 amigos do facebook? Ou enviassem um e-mail a um dos vossos 1275 contactos de e-mail para saber como vão aas coisas? Ou talvez, não sei, falarem com uma pessoa em carne e osso? Não sei digo eu...
quarta-feira, 14 de julho de 2010
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