Uma senhora algures na América encontrava-se a conduzir numa terra de estrada batida, quando se despistou e foi parar a uma vala. Quando foi encontrada e lhe perguntaram a possível razão do despiste ela disse que tinha visto um vampiro no meio da estrada e ficou tão atrapalhada que se despistou. Portanto, ela vai a conduzir, vê um vampiro (como é que ela sabia que ele era um vampiro? À noite não se deveria poder distingui-los... portanto ou estava vestido à Drácula ou era um emo panilas que só brilha à lua do dia), e pensa que este lhe poderá dar um autógrafo, então tenta imobilizar a viatura, mas falha miseravelmente e espeta-se, ficando à mercê do vampiro. Perante o seu vulto a aproximar-se, ela pensa "já não é o mês da ménage no El Corte Inglês" e desmaia de emoção. O vampiro aproxima-se da viatura, confuso porque estava a dormir à uns séculos (bebeu o sangue de um gajo que gostava muito de alho), olha para aquele pedaço de colestrol e pensa "se bebo dali ainda me dá um AVC" (vícios de quando ainda estava vivo - nada bate um hamburguer holandês a transbordar de gordura com cebolinho e um bocadinho de esternocleidomastoideu).
Encontrei a verdadeira razão para os americanos comerem tanta gordura. Assim mesmo que sejam mordidos por vampiros, os cabrões morrem com eles! E é por isso que no twilight há vampiros que não bebem sangue humano...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
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