Portanto, tudo começou no jantar da marisca, com um desvario próprio do nosso grupo: ah e tal não há prostitutos de rua suficientes para as mulheres, ou seja, não há homens de baixo custo a palmilhar as ruas, como o Conde Redondo, tendo como objectivo a satisfação das clientes do sexo feminino.
Para os senhores existe um amplo leque de escolhas que passam pelas afamadas do Monsanto e do Conde Redondo às senhoras brasileiras da sessão pessoal do jornal Metro que oferecem massagem eróticas em troco de muito pouco. Agora até já se comenta a sua bunda em tão parcas palavras que cada anúncio contém. Por isso, vê-se que a concorrência aumenta de dia para dia e as senhoras brasileiras tentam ao máximo colmatar essas faltas. Também podemos falar das senhoras de alta-roda que o fazem por pequenas fortunas, essas já não anunciam no jornal, têm casa própria e carro último modelo.
Desta última categoria também se encontram rapazes jeitosos capazes de dar um jeito à senhora mais desesperada, mas apenas em troco de uma pequena fortuna e uma viagem às Canárias.
Penso que a falta de senhores de baixo custo para as senhoras desesperadas mas sem dinheiro tem que ser colmatada e que nós, como grupo interessado no contínuo problema social em que o nosso país está mergulhado, devemos intervir.
Então, a nossa solução para o problema passa pelo recrutamento de membros do sexo masculino para essa profissão. Eles podem surgir de várias proveniências mas, e como manda o estado português, eles têm que ser submetidos a um rigoroso controlo de qualidade e, para manter um serviço de primeira, tem que haver uma unidade de inspecção.
Pensámos então que, se a ASAE é a unidade que controla tudo o que comemos e o ar que respiramos, não seria descabido criar uma sub-unidade intitulada ASAE- prostitutos de rua para senhoras.
Essa unidade seria então a responsável pela criação das condições para a prática dessa actividade se efectuar, distribuindo a cada membro inspeccionado um pequeno Q de qualidade aprovado pela União Europeia. Assim, para a senhora mais incauta, bastava procurar o pequeno símbolo no corpo do seu prostituto, sendo assegurada que as normas de qualidade eram cumpridas e que não haveria qualquer problema com o material a utilizar. Também, e porque são sempre necessárias informações extra quando se trata de produtos a consumir, poder-se-ia juntar a informação de nota artística e nota técnica do desempenho dos testes iniciais, sendo assim mais eficaz a procura do prostituto que satisfaça a necessidade de cada um.
Membros do sexo masculino já se mobilizaram contra esta acção e pensam instituir outra sub-categoria intitulada ASAE – prostitutos de rua para senhores…
Será que há inscrições em alguma das categorias de membros deste blog?
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Se possível gostaria de acresecentar que a avaliação deveria incluir uma pontuação de limpeza, "kinkiness" e desempenho (se precisa de viagra aos 100, por aí...). Acho importante salientar que a(o)s consumidores também deviam ser inspecionados.
ResponderEliminarNo caso de estes dois serem incluídos na proposta da posta e ir para a frente este projecto para colmatar esta falha gigantesca, já sei o que vou fazer à noite...
Penso que essas duas moções podem ser aprovadas e inseridas na proposta inicial, com a ideia de criar uma PME que vá gerir esta actividade e com uma perspectiva média de abrir falência de 6 meses a 1 ano já que os incentivos da EU para este ramo são parcos ...
ResponderEliminarIsso é negativismo. Claramente que enquanto o Durão Barroso lá estiver, the sun shall smile upon thee, those who sell a very specific part of the body for the pleasure of others (nunca para prazer próprio. NUNCA!!!).
ResponderEliminarO livro d reclamações desta PME deve ser deveras interessante...