Aposto que já tinham saudadinhas minhas... Tendo isso em conto vou brindar-vos com a magnificência de um
post acerca de uma belíssima região de Portugal, que tanto nos esforçamos por reconquistar. Falo como é óbvio do Alentejo. No decorrer da minha tese de mestrado estive alojado numa herdade da serra de Grândola durante cerca de 2 meses (Abril e Maio). 1º se alguém algum dia vos disser que o Alentejo não tem água e chove pouquinho, a atitude correcta do ponto de vista científico e da vossa realização pessoal é: um valente enxerto de porrada na pessoa em questão, seguido de internamento num hospital psiquiátrico, pois claramente não há outra explicação para dizer uma tamanha barbaridade. 2º não se vêem mulheres bonitas, é certo, mas ainda é possível apreciá-las, pensando e tendo apenas como termo de comparação as nazarenas (era tão mau que quando regressei a Lisboa os meus amigos diziam que me iam colocar um açaime para ver se acalmava). 3º é óptimo passarem um mês apenas com a companhia de vocês próprios, dá para aclarar ideias, relaxar, desfrutar do sossêgo, fazer tudo ao vosso ritmo... NUNCA, MAS NUNCA prolonguem mais do que um mês, pois rapidamente vão entrar do 1º estádio de degradação da vossa mente: a falta de situação desencadeadas por outros leva a um estudo profundo e pormenorizado das situações desencadeadas por vós no presente E no passado. É tortura psicológica e são vocês os agressores e os agredidos,...
4º Há muita bicharada para se ver no Alentejo, e uma estadia prolongada tem as suas vantagens, mesmo sem passear muito, é possível encontrar uma grande biodiversidade e ver espécies esquivas, tudo o que é preciso é: água e um pedaço de habitat de muita qualidade, e depois contem-me.
5º O lagostim vermelho do Louisiana é um animal extremamente feroz, não se deixem levar pelo seu aspecto querido e fofinho, aquilo é uma máquina de matar. Se fosse do nosso tamanho os romanos não teriam atirado ninguém aos leões, mas sim aos lagostins... só de pensar tenho calafrios, as pessoas iriam implorar misericórdia e pedir os leões.
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