Ontem, em vez de me encontrar na faculdade a vegetar como de costume, encontrava-me em casa por volta do meio dia. Ora, como estava a passar tempo decido ligar a televisão. Ligo-a arbitrariamente na rtp1 e deparo-me com com um segemento da praça da alegria, em que se encontrava um senhor que concerteza se acha iluminado, pois mostrava uma placa com uns desenhos um bocado estranhos e estava a falar da psíque humana. Não apanhei a conversa do início, daí que não possa comentar o que foi proferido, mas estava a falar das diferenças entre cada um, como uns num desenho muito famoso veem uma senhora velha e outros uma nova (será que depende dos gostos sexuais? – Isto deixa-me preocupado, porque facilmente vejo ambas). Até aqui relativamente normal. O problema surge e em força quando ele passa para a próxima página do placar. Na página seguinte observa-se um desenho rudimentar de uma cadeia de ADN com umas setas a apontar para certos pontos com palavras associadas, uma linha que diz evolução, e uns outros rabiscos. Não me lembro de muitos pormenores, pois encontrava-me entorpecido pelo sono, apesar deste senhor me estar a chamar a atenção. De seguida ele põe-se a dizer que tal “gráfico” mostrava a evolução humana, e como nos encontravamos a perder qualidades. Sim, é verdade que, por exemplo, o tamanho de nosso cérerbro está a diminuir. Mas depois reparo com mais atenção no que está rabiscado. E vejo palavras como telepatia, membros extra, pêlo, regeneração, e outros. E este senhor “iluminado” diz que os seres humanos conforme evoluiram foram perdendo estas e outras qualidades, daquelas que há pouco enumerei.
Não sei que significado a palavra evolução tem para esta senhor, mas se os meus antepassados conseguissem regenerar membros cortados, e eu não, eu não diria que evoluí, teria regredido, porque apesar de que o meio onde vivemos seja menos propenso a que de repente olhemos para a esquerda e o nosso braço não esteja lá, isso ainda acontece, e a telepatia seria magnífica para copiar em testes, por isso nenhuma destas qualidades entraria em desuso. E que raio, eu quero ter quatro braços e duas caudas ou assim! Agora aquele senhor vem a público dizer que com o passar dos anos (ou milénios, não interessa) estamos a perder capacidades à super herói da Marvel (sim, incluíndo o pêlo). Eu diria que hoje ainda teríamos vestígios destes “extras”, mas tirando a parte de pêlo mais ou menos abundante, contínuo sem conseguir mandar um piropo telepaticamente e ainda não cresci nenhum par de asas.
Tenho pena de não me lembrar de mais qualidades que estamos a “perder”, mas fica registado que os apresentadores passaram o tempo todo a trocar olhares de quem diz “ganda pacóvio, controla-te para não te rires”.
Contudo, aparentemente este “iluminado” irá estar presente na próxima quarta para continuar a eleborar isto de que vos acabei de falar (pois ele foi interrompido por falta de tempo – ou não, hehe). Em príncipio na próxima quarta ao meio dia vou estar numa aula como devia ter estado ontem, mas peço que vejam por volta do meio dia a rtp1 para ver se este senhor volta a aparecer e comentem aqui o sucedido.
Bem hajam! (apesar de só poder acenar com as mãos e não com uma cauda
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