Enquanto me encontrava entretido a vegatar à frente do meu pc a jogar Europa Universalis III, aconteceu-me que me foi enviado um insulto diplomático. E isto fez o meu estranho cérerbro começar a trabalhar (estranho, porque uma vez penso ter sido manipulado por ele - entre memórias estranhas e pormenores vagos, só me lembro de acordar numa caravana no meio da floresta nu com um colar de flores, soterrado por roupa feminina e com um guaxini a olhar para mim como se tivesse pena). Mas seguindo, visto que é um insulto (algo como vai comer pila) mas diplomático, aquele tipo de coisa com pompa e circunstância, que leva pessoas a vestirem fatos completíssimos em dias tórridos de verão. O que me deixou a pensar em como se insulta com pompa e circunstância, visto que eu sou do tipo bardajão. O meu melhor esforço para recriar um insulto diplomático encontra-se aqui:
"Venho por este meio dirigir-me a vocês todos que moraram nessa amolgadela no mapa a que chamam nação, para vos informar que vós sois todos resultantes do cruzamento blasfemo entre gado ovino e pastores rudes de linhagem incerta, devido a ninguém saber quem são os pais de vós. Vós sois todos uns biltres campónios e desejo ferverosamente que uma carruagem de esterco passe a alta velocidade por cima de vossas senhorias, encurtando espectacularmente as vossas vidas prósperas, e que depois a carga das ditas carruagens desabe de forma artística sobre os vossos feios e malcheirosos corpos. O fedor de todos os habitantes das vossas terras abandonadas pelo Senhor é tal que quando se está a chegar perto das vossas fronteiras não há dúvidas que é melhor voltar para trás, porque mesmo com o vento a favor é insopurtável o fedor a esterco e cebola podre que emana das vossas ermas bandas. Desejo que em vossas terras se introduza o costume de tomar banho, nem que seja uma vez por ano, pois já seria uma evolução enorme das suas gentes com inteligência de equídio. Contudo, vejo-me forçado a voltar atrás e pedir que não tomem banho, pois as águas que lavassem vossa imundice iriam matar tudo o que encontrassem pela frente, incluíndo seres que se pensa não possuírem vida. Até os cadáveres têm melhor apresentação do que os vivos que pisam vossas terras. Vossas mães possuem tanta gordura corporal e volume que fazem os palácios majestosos de minhas terras parecerem pequenos."
Bem hajam!
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