segunda-feira, 31 de maio de 2010

Uma nova força policial

Encontrei esta notícia, esta brilhante acontecência duma terrinha qualquer que está amassada no vosso globo nos E.U.A.. Uma senhora idosa encontrava-se algo nervosa (talvez por estar sem erva) e decidiu que para relaxar óptim óptimo, seriam duas jolas bem fresquinhas. A senhora adquire as duas cervejas e volta para casa, onde se depara com uma dificuldade inesperada: será que os acelaradores de partículas gerarão um buraco negro que acabará com a Terra? (É capaz de não ser isto...) será que os camelos dançam bem e acabarão por dominar o mundo se vestirem corpetes com mini saias cor de rosa? (Também não...) como é que se abrem as garrafas de cerveja? (Não, também não...). O que aconteceu é que a senhora não é tuga nem conhece a miraculosa arte do desenrasca, e não conseguiu abrir as garrafas de cerveja... Não estou a gozar. Nem quanto ao que se passou a seguir. Deparando-se com a dificuldade inesperada de dois recipientes de vidro fechados contendo o precioso líquido que desejava, a senhora não é de modas e chama a polícia. Para lhe abrirem as garrafas de cerveja. Pois.
Acho que não há muito mais a dizer acerca disto para além de que o pedido da dita senhora foi acedido e resolvido...
Isto deu-me a ideia de um país (República Conche?) onde existiria uma força que seria o pau para toda a obra mas também andaria com armas e blocos de multas (não sei se num sítio chamado República Conche passam multas). E é claro, bigode. Mas era perfeito, sempre que fosse preciso chamavam-se os gajos e resolviam tudo. E até poderiam prender um ou dois criminosos entre deslocações de arranjar canalizações...

Ocupações para pessoas de idade

É verdade que os nossos idosos têm problemas porque não têm ocupações. Por causa disso até lançaram recentemente uma campanha para adoptar idosos. Também é verdade que no futuro não vai haver este tipo de problemas porque: a) ou já nos matámos todos uns aos outros nalgum "acidente" envolvendo armas um bocadinho destrutivas; b) após o uso dessas armas somos na verdade escravos de baratas mutantes e pessoas com 45 anos são fósseis; c) a obesidade impediu a nossa sobrevivência porque a partir de certa idade tornamos inevitavelmente obesos (mesmo que nao queiramos, os obesos escravizam os magros e obrigam-nos a uma dieta de iguarias referidas pelo Druidaninja (exepto as lâmpadas)); d) os velhos vão estar a jogar com os amigos de infância jogos online e morrem de se esquecerem de comer e coágulos (estão entretidos até morrerem)(este tipo de coisas só poderia acontecer a velhos... Ah, ups... Já aconteceu a jovens... Chamemos-lhe selecção natural).
Contudo, acho que encontrei a solução para idosos que não estão entretidos a procurar as dentaduras para se poderem comer uns aos outros (o infame e bestial (de enorme besta) Máquina zero uma vez contou uma história destas - a história é mesmo brutal - só é pena ele ser uma besta e não pôr postas...). Ouvi uma história de uma velhinha que aos 70 e muitos anos foi presa por vender... crack. Sim, crack. E os lucros revertiam para a compra de erva medicinal... Aposto que muita erva mesmo... Mas é de facto genial. Não a parte de vender droga, apesar de que se a droga só matasse os consumidores seria um exelente mecanismo de selecção natural. A senhora fazia dinheiro e usava-o para se distrair, nem precisando de alguém para a entreter. Provavelmente bastava algo como isto:



Havia sempre o risco de pensar que os vasos estavam a comer o céu enquanto as plantas faziam origami de bois almiscarados vestidos de bailarianas a cozinhar esqueletos. Mas pensado bem, deve ser uma visão catita...

sábado, 29 de maio de 2010

Diário de um linuxófilo 1: a origem secreta

Tenho de confessar uma coisa: uso Linux! Sim, gentis leitores, deixem contar-vos como adquiri este vício terrível:
Quando entrei na Universidade (há uma quantidade de anos que se começa a tornar deprimente), comprei pela primeira vez um computador só para mim, sem ser em segunda mão! E, como todos os outros, instalei Windows 98 (e pouco depois Windows ME - uma experiência desagradável e curta). Sim foi assim há tanto tempo! E o computador funcionava o suficiente para escrever documentos, fazer cálculos no Excel, jogar UT e Starcraft. E tudo era bom. Mas rapidamente as coisas deixaram de ser boas. Pois eis que vieram os vírus e os trojans e todo o malware da Web, sim, até à quinta geração! E eu recorri a antivírus e antispyware e firewalls. E o meu PC arrastava-se sob o peso de todas estas batalhas épicas... Foi nessa altura que um professor me deu um CD que dizia RedHat 5 e disse "Experimenta isto e nunca mais terás de instalar um antivírus na vida"
A perspectiva de poder mandar o monsieur Norton às urtigas foi demasiada tentação para mim, e, numa noite escura e tempestuosa, recorri aos terríveis e arcanos rituais da criação de partições e da instalação de kernel, pacotes e LiLo. Quando terminei o meu terrível trabalho carreguei no botão, arranquei o PC e gargalhei maniacamente (trovões ao fundo) enquanto este carregava o novo sistema operativo! Não muitos dias depois, voltei a desinstalar tudo...
Percebem, não é que o sistema não fosse poderoso. Não fazia ideia do que era possível fazer com um PC até então (não, isso não, suas mentes devassas! ISSO TAMBÉM NÃO!)! Mas, por outro lado, não conseguia que o Linux reconhecesse a minha placa de som, mal conseguia ligar à Internet e cada icones ocupava meio monitor! Era difícil aprender assim!
Nos anos seguintes continuei a namorar o lado negro, ocasionalmente cometendo outra vez a blasfémia de dividir o disco rígido em dois e instalar o malévolo Linux lado a lado com a luz pura do Windows (por esta altura, 2000). Mas havia sempre algum problema que me estragava a festa, por isso voltava ao caminho recto da MS, resignando-me a pagar a salvação da minha alma com a instalação de muitas e pesadas ferramentas de segurança.
Até que, corria já eu o Windows XP, o meu sistema finalmente foi-se abaixo one time too many. Eu já tinha reparado que finalmente as versões de Linux que andavam por aí já conseguiam reconhecer a maioria dos dispositivos no meu computador e resolvi instalar o Ubuntu Linux 6. Para quem não sabe, pela sua própria natureza, o Linux pode ser configurado de muitas maneiras diferentes, e há uma série de organizações, empresas - e em alguns casos, indivíduos - que empacotam o Linux com configurações e programas compatíveis; a isto chamam-se distribuições e o Ubuntu é uma delas - o Red Hat é outra. Já mencionei que o Linux é completamente gratuito? Mesmo quando é vendido por uma empresa, é-o no contexto de uma assinatura que inclui apoio técnico, etc.
Bom, voltando à minha queda final no Linux... Desta vez o Linux funcionava quase perfeitamente! Não corria jogos, mas para isso continuava a ter uma instalação do Windows. Entretanto ia aprendendo a viver com um sistema que, por um lado, muitas vezes precisava de configurar com recurso à linha de comandos, mas que, por outro lado, me dava um poder muito maior...

Obrigado, Black Eyes Peas...

...por terem provado que não são só os Coldplay que são lixados pela repetição ad nauseam dos seus últimos êxitos. Quando ouvi a faixa mais conhecida do último álbum dos Coldplay, tinha acabado de ser difundida por alguns blogs, por isso ainda faltavam umas semanas para aparecer na rádio. E era boa! Gostei da sonoridade, do ritmo, do conceito. E preparei-me para a ouvir ser passada continuamente por todas as rádios, televisões, elevadores, putos com telemóveis no metro, taxistas, aviões e lancheiras até já não aguentar sequer ouvir os primeiros acordes - era o que tinha acontecido com tudo o que é Coldplay antes. Lembram-se de quando ouvir "Yellow" não vos provocava ataques de úlceras? Demorei muito tempo a perdoar aquela cor...
E agora, com "I've got a feeling" (não sei se é mesmo este o título, mas não estou a ver a Fergie dizer "I say, wouldn't Proposal for a new metaphysics of dance clubs be a ravishing title for this song?"; sim, generalizo imenso, já me disseram), os Feijões Frades (sim) conseguiram desencadear em Portugal não só a constante e enlouqucedora reprodução da sua música como é normal com o efeito Coldplay, como ainda um dilúvio de anúncios com referências à dita música, normalmente trocadilhos claramente imaginados pela filha de 11 anos do agente publicitário enquanto penteava a sua Barbie Executiva (puxa cordel="girls just want to work hard!", puxa cordel="even if they only make 70% of what guys make!", puxa cordel="money makes the world go 'round"). De repente toda a gente tem um feeling! E eu começo a ter um feeling que este fenómeno horrível só vai acabar quando alguém finalmente se passar e atacar os cds dos BEP mais próximos com um machado enquanto entoa de forma monótona e morta "Tenho um feeling... tenhoooo uuum feeeeliiiiing... TEENHOO UUM FEEELIIING!!! Yah yah  ph'nglui mglw'nafh Cthulhu R'lyeh wgah'nagl fhtagn!".

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Prove se quer ficar redondo

Já aqui falei sobre boa comida portuguesa. E referi brevemente um prato estrangeiro que faz muito mal à saúde (não me refiro às lâmpadas da semana passada, isso não conta como prato). Hoje decidi referir mais umas quantas iguarias estrangeiras (dos EUA excepto uma que é britânica) das quais fui tomando conhecimento que fazem com que qualquer prato atafulhado de feijoada à transmontana, cozido à portuguesa, bacalhau à Bras ou rancho seja uma opção saudabilíssima (e gourmet, diga-se de passagem). E que justificam a afirmação do meu amigo tamboril de listas fuchsia: "Nos EUA tu sabes que um miúdo atingiu a maioridade quando tem o seu primeiro AVC."
Imagine que está numa hamburgueria mas está indeciso. Eles ali também vendem panados de galinha e não sabe se há de pedir os panados ou um hambúrguer. Pois bem, existe um sítio onde essa dúvidad deixa de ter razão de ser, pois lá eles servem-lhe o seu hambúrguer favorito (com molho e tudo o mais a que tem direito) mas, em vez dessa mariquice dos pães com sésamo, eles usam dois panados de frango para cobrir o hambúrguer. Imagine, as suas dúvidas existenciais acabaram... Agora só tem de decidir se ainda tem dinheiro para aquele hambúrguer de 450 gramas que está a luzir os olhos para si...
Imagino que não é servido de uma fatiazinha de pizza de Oreos acabadinha de sair do forno. Já provou da outra vez. Pois bem deixe-se tentar por esta iguaria. Pegue num pau e espete-o numa salsicha. Agora vá ligando a fritadeira. Enquanto o óleo aquece envolva a salsicha em massa de panqueca. Óptimo. Agora insira pepitas de chocolate na massa de panqueca. Não tem muito tempo que o óleo está quase quente. OK, mesmo a tempo. Agora pegue nisso, mergulhe no óleo e deixe fritar. Isso. Está mesmo apetitoso, não está? Agora imagine se os tivesse comprado congelados, tal como os vendem nos EUA...
Calma, não desligue ainda a fritadeira. Pegue numas quantas barras de chocolate Mars e ponha-as lá dentro também. Sim, na Grã-Bretanha há quem faça disto.
O quê, ainda tem um ratinho a moer-lhe a barriga? Então deixe-me sugerir uma coisinha para aconchegar a barriga. A International House of Pancakes (esse lugar tão conhecido que levou a que Mitt Romney, que na altura tentava ser o candidato republicano nas eleições presidenciais de 2008, preferisse ir lá fazer campanha a participar num debate com os outros candidatos republicanos) anunciou um novo produto chamado Pancake Stacker. Consiste em duas panquecas (surpresa!) cujo recheio é um cheesecake. Não, não é recheio DE cheesecake, o recheio É um cheesecake. Isso mesmo, quando um doce é considerado recheio de outro doce, aí meus amigos, é quando vocês se viram para os vossos doces conventuais e dizem "és bom e fazem bem". Nós criamos doces para tentar curar pessoas, outros criam-nos na esperança que os clientes tenham um enfarte para morrerem antes de nos processarem por terem engordado 342 Kg com a nossa comida...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Petiscos estranhos

Desta vez a posta com que vos presenteio vem dos mares da China. Mais concretamente conto-vos a história de um senhor chinês que já ingeriu ao longo da sua vida mais de 1500 lâmpadas. Ou melhor ainda, o vidro destas 1500 lâmpadas. Ignorou o casquilho e o saboroso fio de cobre e comeu o vidro.
Este senhor, cujo nome em chinês deve querer dizer "trato gastro-intestinal de ferro", afirma que as lâmpadas são crocantes e deliciosas (a sério que disse) e que as toma ao pequeno-almoço e que a melhor coisa para acompanhar as lâmpadas é água. OK, devo admitir que gostaria que o senhor tivesse dito algo mais extravagante, como molho de soja, escorpiões ou saborosos fios de cobre mas o senhor tem gostos mais simples para acompanhar lâmpadas. Pensei em fazer uma piada sobre misturar água e electricidade mas decidi que era melhor seguir em frente.
Não sei até que ponto os preços são diferentes na China mas se calhar passar a comer lâmpadas em vez de bolos ou chocolates pode ser uma necessidade financeira por lá. Espero que por cá a crise não chegue ao ponto de começar a olhar para uma lâmpada como crocante e deliciosa.
Uma coisa que o senhor não disse: será que há lâmpadas mais saborosas que outras? Será que depende da marca? Será que depende da voltagem? Imaginem a possibilidade de guias gastronómicos para a qualidade das lâmpadas. Ou controlo de qualidade do sabor das mesmas.
Uma coisa que o senhor disse e que me deixou ainda mais perturbado. Ele disse que isto começou após ter engolido acidentalmente uma espinha de peixe. Como não lhe aconteceu nada de mal, ele decidiu experimentar uma lâmpada. Isto parece-me um salto lógico muito estranho. Qual a relação entre espinhas de peixe e lâmpadas? Além de serem coisas que não apetece comer (pelo menos no entender de 99% das pessoas) não vejo outra relação. É o mesmo que dizer "Ups, engoli um ossinho. Uf, não aconteceu nada. Hum, e que tal se eu experimentasse aqueles picantes pregos?"
Por isso já sabem, não comam as exóticas facas, as fibrosas mesas, as gordurosas velas, as aromáticas embalagens de perfume e os saborosos fios de cobre que têm em casa por muito que vos apeteça. Esta é uma proeza só ao alcance de habitantes de um país onde se comem ninhos de andorinha. Mas se o fizerem avisem um dos autores deste blog. Sobretudo se o vosso nome fôr trato gastro-intestinal de ferro...

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Pastorícia alternativa

No outro dia vinha numa estrada semi-rural (rural o suficiente para decorrer a cena que vou descrever) quando vi um pastor com um rebanho de ovelhas a pastar... Na berma da estrada. Claro que me perguntei sobre qual a razão para a preferência pela berma da estrada comparativamente aos pastos verdes da encosta. Pensei que talvez elas estivessem a atravessar a estrada e tivessem parado para um petisco (não faz sentido porque falta a sandes de torresmos, a mini e o prego). Ou que estivessem a sair do curral ou da garagem.
E depois atingiu-me uma ideia original. Isto é na verdade um esquema da câmara para poupar dinheiro. Senão vejamos: em vez de gastarem dinheiro na manutenção de máquinas e de pessoal para cortarem as plantas que crescem na berma das estradas as câmaras podiam contratar um pastor, utilizar um rebanho de ovelhas ou cabras, e venderem depois a lã, o leite e a carne para abater na dívida da câmara. pelo menos a actividade é auto-sustentável. Até o estrume pode ser usado para fertilizante ou biodiesel.
Penso que poderemos pensar em outras formas de as nossas câmaras se tornarem mais sustentáveis através destas actividades. Partilhem as vossas ideias...

domingo, 9 de maio de 2010

Automóvel do avatar

Se observarem o último anúncio da Citröen ao seu último lançamento, ficarão parvos com a parvoíce pegada que fizeram. Citröen c4 picasso avatar. Todo o nome do carro é um disparate. Citröen já é uma coisa arrevesada e estranha o suficiente. Depois acrescentam-lhe um tipo de explosivo plástico extremamente potente, e um pintor (que não pintava carros, visto estes não existiram na sua época) conhecido por ser cubista (e o carro é... Redondo). E para além de toda esta falta de sentido, dizem "avatar". O que é que um carro é suposto ter a ver com um filme que tem a história da Pocahontas com gráficos muito à frente? No filme tem-se mechs, helicópteros, aeronaves, "cavalos", pterodactils vistosos, e tantas outras criaturas. Em nenhuma altura há sequer uma referência dissimulada a um carro. A história não tem ligações nenhumas a carros. Contudo eles pegam na referência a uns híbridos genéticos e põem o nome num carro. Será que eles pensam que vai aumentar as vendas? É que o filme é mau, eu nunca quereria ter no meu carro o nome de um filme mau. E ninguém com dois palmos de testa vai comprar o carro por estar associado a um filme mau. Até é uma razão para não se comprar o carro. Já vi muitas patadas em poças, mas esta foi épica devido a toda a estupidez associada a questão. Tudo isto poderia gerar uma situação divertidíssima se o jornal do vaticano (depois de ter manifestado que deviamos ter todos cuidado para não adorarmos cultos neo-pagãos) viesse colocar-se contra o carro por estar associado ao filme que pode levar as passoas a virarem-se para um culto neo-pagão. Seria a oportunidade da Citröen se redimir, usando o carro para atropelar estes senhores...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

AQUILO QUE SEMPRE QUIS SABER SOBRE O POSTA POR DIA: AS LETRAS MIÚDAS

Posta por dia TM (C) é um produto da posta por dia produtos, derivados, transformados e afins Lda SA. Este produto está ao abrigo da open game license, 2 leis, 42 directivas, 127 cláusulas, 45 parágrafos, 5 alíneas e 3 chapéus-de-sol.
Posta por dia TM (C) pode ser consumida em conjunto com álcool e recomenda-se o consumo em conjunto com estupefacientes (não confundir com estupidificadores). Afecta a capacidade de condução de triciclos. patins em linha com reboque e tractores com mais de 6000 Kg excepto se acompanhado por um adulto. Foram documentadas interacções com pessoas mas estas últimas são alvo de debate por parte dos peritos sobre se são ou não um mito. Efeitos secundários incluem delírios, gargalhadas, perda de equlíbrio e contacto da realidade, perda da alma, visões da Hello Kitty e de Eduardo Madeira segurando um drilldo, diarreia mental e intestinal, mau odor dos pés e gengivite. Os resultados podem variar consoante os consumidores. Em caso de persistência dos sintomas peça uma segunda e uma terceira opinião, desde que não seja a nossa.
A leitura da informação legal de Posta por dia TM (C) não dispensa a consulta do folheto. Vá aos nossos balcões e peça uma galheta que é a única coisa que têm para dar (OK talvez tenham trocos para o café). Em caso de reclamação você será imolado pelo fogo. Em caso de extravio esta mensagem autodestruir-se-á em 5 segundos. TAEG 32,75% + Euribor 17 meses, 3 dias e 4 horas.
Espalhar Posta por dia TM (C) abundantemente no pão e depois no cérebro. Fica bom com manteiga de amendoim, geleia de abrunho e tulicreme de avelã. Servir a 17º F ou 48º C, conforme o fuso horário. Contém emulsionantes, edulcorantes,espessantes, leveduras, sulfitos, vestígios de frutos de casca rija, mole e assim-assim, E-34582, A-27, IC 19, C4, AK-47, B6, submarino ao fundo, vestígios de algo natural e absolutamente nada de jeito. Com um bongo de maracujá é um manjar divino.
Lavar Posta por dia TM (C) a seco, com lixívia e acima de 45º. Não usar terebentina, gasolina ou outros produtos inflamáveis.
Posta por dia TM (C) é comburente, corrosivo, cancerígeno e volátil. Manter longe de fundamentalistas, pessoas sem humor ou pessoas estúpidas (para estupidez já cá estamos nós). Em caso de ingestão acidental lavar abundantemente com vinho do Porto 12 anos, aguardente de medronho ou LSD.
Não sujeito a receita médica, só despesa. Mas é dedutível no IRS, IRC, IVA, IMI e INEM.