Nuno Markl disse aqui há uns tempos que o grupo Divinus (um grupo português de canto gregoriano) não deveria cantar a Paixão de Rui Veloso porque: “monges não ouvem aquela música maluca sempre a subir”. Inspirado por este pensamento pus-me a pensar qual a música que conhecia menos adaptada para ser cantada por monges.
Após aturada reflexão (+- 15 segundos) cheguei à conclusão que ela deveria ser “Morte aos ciquelistas” dos Comme restus. E pensei sobre como deve ser aterrorizador ser-se ciclista e deparar-se com um grupo de monges a cantar esta música. Ora imaginem:
É meia-noite de uma noite de lua cheia. Vão a pedalar para casa no meio de uma floresta (vocês moram convinientemente numa cabana na floresta) quando se apercebem que numa clareira está um conjunto de vultos cujas vestes lhes ocultam totalmente as feições. Conforme vocês se aproximam este conjunto de seres começa a entoar “Mooorteee aaaoos ciiiiqueeeliistaaas, mooortee aaaoos maaaluuuquinhooos queee andaaam deeee bicicleeetaaa”. Se conseguirem sobreviver ao ataque cardíaco vocês irão bater o recorde da distância até vossa casa.
Já agora porque não utilizar este método para treinarmos sprinters? De certeza que se se lembrassem do pânico induzido por este momento na altura do sprint ganhavam ao Cavendish. Assim até passaríamos a ter um vencedor da camisola verde da Volta à França. É só uma ideia...
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
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